♫AMIGOS DO AFRO CORPOREIDADE♫

terça-feira, 30 de março de 2010

♫Cine Clube Atlântico Negro Apresenta:SESSÃO 4 X CORPO - 09/04/2010 no Templo Glauber♫


Numa sessão que promete ser tão intensa em suas mensagens, em oposição a sua duração, os 4 curtas-metragens que compoem esta Sessão 4 X CORPO tem como elo o corpo negro e suas expressões, seja na dor representada no expressivo filme de Leandro Goddinho (com a participação da Cia. Os Crespos de Teatro), seja no prazer, malemolência e malandragem do Mestre-sala histórico Delegado, da Mangueira, ou no mito da Iansã narrado coreograficamente por Janaína André em Bárbara, ou em todos estes elementos acima, que povoam a dança do grande Ismael Ivo, um dos mais famosos dançarinos brasileiros no exterior, através das lentes do cineasta Ari Candido Fernandes. Após a sessão, o já tradicional bate-papo. Duração aproximada da sessão, 35 minutos. Até lá,Clementino Junior - Cineclube Atlântico Negro.
*
*SESSÃO ESPECIAL SOBRE O CORPO NEGRO
*DIA: 09/04/2010 - HORAS: 20:00
*LOCAL: TEMPLO GLAUBER
*RUA SOROCABA, 190 - BOTAFOGO - RIO DE JANEIRO

domingo, 28 de março de 2010

♫Explêndido Musical Ganhador do PRÊMIO SHELL 2006 Restréia - BESOURO CORDÃO-DE-OURO - Imperdível!!!♫




♫CAROS LEITORES E AMIGOS
♫Vocês não podem perder a R E E S T R É I A da peça BESOURO CORDÃO-DE-OURO!!! Eu vi o Filme sobre o Besouro (muito interessante!), li o Livro (super legal!)que até fiz uma promoção aqui no blog, e já vi esta Peça 2 Vezes, espero ver a terceira vez pois, ela ultrapassa todas as abordagens anteriores! os atores nos envolvem de tal maneira que nos sentimos no tempo do Besouro. NÃO PERCAM!


♫BESOURO CORDÃO-DE-OURO
♫P R E M I O S H E L L 2006 - M Ú S I C A E D I R E Ç Ã O M U S I C A L

♫TEXTO E MÚSICA - Paulo César Pinheiro.
♫DIREÇÃO - João das Neves. DIREÇÃO MUSICAL - Luciana Rabello.
♫COM: Ana Paula Black / Alan Rocha / Cridemar Aquino/ Iléa Ferraz / Letícia Soares / Marcelo Capobiango/ Maurício Tizumba / Raphael Sil / Sérgio Pererê/ Valéria Monã / Victor Alvim "Lobisomem" William de Paula / Wilson Rabelo.

♫TEMPORADA 2010: 05 de março a 25 de abril / 6ª a domingo - às 20h.
♫SESC TIJUCA Rua Barão de Mesquita, 539 - Tijuca Tel.: 21-3238-2100

♫DETALHES SOBRE A PEÇA:
Besouro Cordão-de-Ouro é o primeiro texto para teatro de Paulo César Pinheiro, um dos maiores compositores brasileiros. O musical é uma homenagem a Manuel Henrique Pereira (1897-1924), o Besouro Cordão-de-Ouro ou Besouro-Mangangá, maior capoeirista de todos os tempos da Bahia e Exu Kerekekê dos candomblés baianos. De maneira lúdica, o espetáculo mostra a trajetória, a filosofia, a prática e a música do mestre Besouro. Sua vida é contada em música e nas histórias de outros mestres capoeiristas como Canjiquinha, Bimba, Barroquinha, Caiçara, Budião, Rosa Palmeirão, Dora das Sete Portas e Pastinha.
Com direção geral de João das Neves e direção musical de Luciana Rabello, Besouro Cordão-de-Ouro conta um pouco da história do Brasil e da nossa formação, com raízes culturais na música, na dança e no ritual. Para João das Neves, o texto de Paulo César Pinheiro humanizou a figura de Besouro, sem mitificá-lo: "Este espetáculo é importante para o reconhecimento da cultura negra, resgatando estas figuras tidas como desordeiras e retratando-as com sua verdadeira face. Mostra mais profundamente a complexidade das relações dos descendentes de escravos e a sociedade brasileira. No fundo, este espetáculo resgata todas as etnias brasileiras e a forma de resistir com altivez". A música Lapinha, escrita por Paulo César Pinheiro a partir de verso composto por Besouro, dá mote ao musical. A canção ganhou oito novos versos destinados a cada personagem do espetáculo. Além disso, Pinheiro preparou dez novas composições, uma para cada toque do berimbau: Jogo de Dentro, Jogo de Fora, São Bento, Angola, Cavalaria, Benquela, Barravento, Iúna, Samango, Santa Maria e Besouro.
O elenco, todo composto por atores negros, foi escolhido em workshops realizados em meados de 2006 e preparado pelos Mestres Casquinha e Camisa, que transmitiram os princípios da capoeira.
A roda de capoeira ganha ambientação com o cenário de Ney Madeira, composto por caixotes de madeira perfurados que lembram um mercado; balaios espalhados pelo chão que funcionam como poltronas e painéis para os versos das músicas do espetáculo. Essa caracterização, inspirada no poeta Gentileza, transfigura com teatralidade o ambiente dos personagens, fazendo com que a platéia participe das cenas.
Besouro Cordão-de-Ouro já recebeu indicações ao Prêmio Contigo de Teatro nas categorias Melhor Espetáculo Musical Brasileiro e Melhor Cenário; e, ao Prêmio Shell de Melhor Direção, Música e Cenário, vencendo na categoria melhor música do ano de 2008.
SOBRE O PERSONAGEM BESOURO:
Nascido em Santo Amaro da Purificação (BA), Manuel Henrique Pereira deixou seu nome gravado nas rodas de capoeira do Brasil inteiro. Metido em política, impunha respeito e temor aos poderosos no princípio de século XX na velha Bahia. Além de capoeirista, tocava violão e compunha sambas-de-roda e chulas.
Depois de escapar de tiros da polícia e bater em todo mundo, sua vida virou lenda. A canção Canto do Besouro, composta por Noel Rosa, traz versos de sua autoria: "Quando eu morrer/ Não quero choro nem vela/ quero uma fita amarela/ gravada com o nome dela". Esse refrão também foi usado por Paulo César Pinheiro na canção Lapinha (escrita em parceira com Baden Powell), sua primeira música gravada e sucesso na voz de Elis Regina (com a qual venceu um dos mais concorridos festivais de música popular, a Bienal do Samba, da TV Record, em 1968).
Besouro foi morto em uma emboscada, atingido por uma faca de ticum, veneno que não deixa a ferida cicatrizar.
*Fonte:

sábado, 27 de março de 2010

I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades - Palestra: Griots: Ancestralidade e Memória e Cotidiano e Resistência na Transição do Trabalho





Caros leitores,
Informo-lhes mais dois eventos a se realizar pelo I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições. As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista - http://www.africaeafricanidades.com/
MINHA PALESTRA: BRINQUEDOS CANTADOS DE MATRIZ AFRICANA: INSTRUMENTOS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS E EDUCAÇÃO PSICOMOTORA - SERÁ NO DIA 12/04/2010 DAS 17 AS 18H.

sexta-feira, 26 de março de 2010

♫O Blog AFROCORPOREIDADE Acaba de Nascer!!! Hoje o Blog Faz 9 Meses e Vem à Luz♫ Obrigada a Todos que Participam Deste Corpo Sonoro Afro!!!


Queridos Leitores, Amigos, Companheiros, Cumplices Deste Trabalho Que Hoje Completa 9 Meses, Agradeço de Coração, Por Todas as Participações, Manifestações, Pela Aprendizagem, Pelo Trabalho Que Isso Aqui Dá, Enfim, Pela Oportunidade de Pertencer a Esta Aldeia Web Com Tantos Proprietários, Inquilinos, Parentes, Visitantes e Batuques de Tambores!!! Aqui o Mundo Fica Tão Pertinho e Pequeninho Que Cabe na Ponta dos Dedos, Todavia, Muito Mais No Coração!!! Obrigada Amigos de Todas as Partes Pelos Mais de 15.000 Acessos, Mas, Principalmente Pela Grande Intensão De Congregar Nossas Histórias Ancestrais e de Agora!!! Warethwa (Em Frente)!!!

Oh velho Deus dos homens
eu quero ser tambor
e nem rio
e nem flor
e nem zagaia por enquanto
e nem mesmo poesia.
Só tambor ecoando como a canção da força e da vida
Só tambor noite e dia
dia e noite só tambor
até à consumação da grande festa do batuque!
Oh velho Deus dos homens
deixa-me ser tambor
só tambor!
(Excerto do Poema Quero Ser Tambor de José Craveirinha)

quinta-feira, 25 de março de 2010

♫ACALANTOS AFRO-BRASILEIROS♫

*Por Denise Guerra


“Eu preparo uma canção
Em que minha mãe se reconheça
Todas as mães se reconheçam
E que fale como dois olhos(...)
Eu preparo uma canção
Que faça acordar os homens
E adormecer as crianças.”
(Canção Amiga: Carlos Drumond de Andrade & Milton Nascimento)



Com origem na tradição oral anônima, atravessando o tempo dos cantos ancestrais, e com objetivo de embalar o sono infantil através da maternagem, os Acalantos surgiram no mundo todo, nas mais diversas línguas. Particularmente no adocicado das repetições onomatopéicas eles cumprem seus objetivos de entorpecer a criança até o sono e no contato corporal com a “mãe suficientemente boa” (termo usado por Winnicott-1975, significando a figura que faz a maternagem) dar o continente afetivo que ela precisa para se constituir como pessoa.

Segundo Mário de Andrade(1987) os elementos formais da música, o Som e o Ritmo, são tão velhos como o homem, por estarem presentes nele mesmo, nos movimentos do coração, no simples ato de respirar, no caminhar, nas mãos que percutem e na voz que produz o som; e Millecco Filho(2001) complementa afirmando que “Quando o homem se percebe como um instrumento, como um corpo sonoro, e descobre que estes sons podem ser organizados, nasce a música.” Desta forma, o homem começou a organizar estes elementos sonoros expressando-se musicalmente e utilizando sua arte para diversos benefícios.

O canto acompanha o homem em todas as culturas e nas mais diversas situações: lúdicas, afetuosas, fúnebres, sagradas, profanas. Aos quatro meses de gestação o feto humano já desenvolveu o sentido da audição; assim, o pequeno ser em construção recebe os contatos do mundo extra-uterino e a audição lhe permite diversas sensações como o prazer ou a angústia. O feto ouve principalmente os batimentos cardíacos e a circulação sanguínea tanto sua quanto da mãe em questão, além de outros sons internos e externos.

Um dos sons mais significativos para a criança é o som da voz da mãe que ela reconhece sem dúvida nenhuma logo que nasce. A voz da mãe com sua candura e afeto é que vai dar à criança o holding necessário para que ela se adapte a vida fora do útero materno. Neste sentido, os Acalantos se transformam em redomas acolhedoras à nossa pré-maturidade cultural.


(Seduzir – Djavan)
“Cantar é mover o dom
Do fundo de uma paixão
Seduzir as pedras
Catedrais, Coração(...)


Nas fazendas dos senhores de engenho do Brasil colonial, era comum a prática das famílias brancas entregarem os filhos para serem amamentados e cuidados pelas amas de leite negras. Este ato se refletiu tanto na criação dos meninos(as) do engenho como nos seus jogos e cantigas (kishimoto, 1995). Há relatos em Freyre(2000) de como este hábito acabou por misturar os costumes portugueses e indígenas com as tradições africanas. Desta forma, os Acalantos típicos portugueses ganharam personagens do folclore africano, além de ser introduzidos na cultura brasileira o folclore africano propriamente dito.

Os personagens de influência africana para as cantigas de ninar afro-brasileiras ao invés da Coca ou do Bicho Papão passam a ser: Negros surrões, Negros velhos, Papa-figo(que come o fígado das crianças), Boi da cara preta, Saci-pererê, Zumbi, Bicho Tutu, Tutu Marambá. Vejamos alguns exemplos:


(Bicho Tutu – Domínio Público)
“Bicho Tutu
Sai de cima do telhado
Deixa o menino
Dormir sossegado”


(Tutu Marambá– Domínio Público)
“Tutu Marambá
Não venha mais cá
Que a mãe do menino
Te manda matar”


(Murucututu– Domínio Público)
“Murucututu
Da beira do telhado
Pega este menino
Que ainda está acordado”


Conforme Lopes(2004) Tutu é o mesmo que “Bicho-Papão da tradição afro brasileira; maioral, manda-chuva; indivíduo valente, brigão. Do quimbundo tutu, kitutu, “bicho”, “bicho-papão”. Variantes: Tutu-babá, tutu-cambê, tutu-gombê, tutu-marambaia, tutu-moringa, tutu-quiba, tutu-zambeta, tutu-zembê, tutu-zerê.” Estas três cantigas apresentam variações do Bicho Tutu que por sua vez é o próprio Bicho-papão muitas vezes personificado pelo Velho do saco, Papa-figo, Negro-velho, Negro-surrão; talvez por alguma associação a imagem do Preto-velho, ligado a “feitiçaria”, aquele que possivelmente faz rituais macabros com crianças. Estigmas comuns até os dias de hoje. Parece contraditório vermos que a maioria dos acalantos para acalmar as crianças costuma ter temas tão ameaçadores, no entanto, uma justificativa para este fato é que é a tal ameaça que potencializaria a proteção dada pela figura materna.

Outros temas comuns nos acalantos afro-brasileiros são as referências às mulheres negras escravizadas e seus afazeres domésticos. Observem estes dois exemplos abaixo:


(Mucama Bonita– Domínio Público)
“Mucama Bonita
Vinda da Bahia
Toma este menino
E lava na bacia

Mucama Mulata
Vinda da do Rio
Toma este menino
Proteja-o do frio”


(Acalanto – Domínio Público)
“Menino vá dormir
Eu tenho o que fazer
Vou lavar, vou cozinhar,
Vou sentar para coser

Menino durma cedo
Dormindo vais crescer
Vais ser forte e corajoso
Pra poder se defender”


Mais uma vez seguimos os conceitos de Lopes(2004) para entender o significado de Mucama “Escrava doméstica. Em espanhol, o vocábulo tem o moderno sentido de “criada”, “arrumadeira de hotel”. Do quimbundo “Mukama” “Concubina”, “escrava amante do senhor”. Trata-se nestas duas cantigas de uma personagem materna negra que além de escravizada e serviçal doméstica, provavelmente poderia servir sexualmente ao senhor da casa grande e ainda cuidar do seu filho. O peso nas costas da mulher negra escravizada talvez fosse maior do que o do homem negro escravizado, pois, a exploração não era só para os trabalhos braçais mas, muitas vezes sexualmente, fazendo-as forçadamente pôr no mundo seus filhos bastardos, herdeiros do algoz. Este corpo-ser feminino mais do que invadido, desgastado e ultrajado emocionalmente ainda encontrava afeto materno para cantar acalantos e embalar as crianças que chegavam aos seus cuidados.

Por derradeiro, lembro um Acalanto muito famoso no Brasil devido a nossa tradição rural:


(Boi da Cara Preta – Domínio Público)
“Boi, boi, boi
Boi da Cara Preta
Pega este menino
Que tem medo de careta”



Encontramos na literatura oral de todo o país os autos do boi com variados nomes e versões, falando do bicho que é brabo, de sua força e de suas façanhas escapando sempre da morte ou renascendo magicamente depois de morto. No auto do Boi-Bumbá os personagens centrais são Pai Francisco e Mãe Catirina, ambos negros cativos. Pai Francisco mata o melhor boi do seu senhor para tirar-lhe a língua para Mãe Catirina comer, pois, ela que estava grávida teve este desejo. Em seguida o senhor manda matar o Pai Francisco e Mãe Catirina pede então ao feiticeiro para fazer renascer o Boi-Bumbá para livrar o Pai Francisco da morte. O bicho renasce e finalmente ocorre a grande festa. Observe o poder de Mãe Catirina com relação a vida onde seus desejos maternos são todos possíveis: matar o melhor boi do senhor para comer-lhe a língua, impedir que Pai Francisco seja morto, pedir pela magia do feiticeiro o renascimento do boi e satisfazer seus desejos de grávida. Por maior que seja o poder do boi o da mãe que embala parece bem maior.

O “Leite Sonoro” das mucamas negras nutriu, exorcizou medos, abrandou e criou este sujeito brejeiro, cheio de gingado, festivo, receptivo, afro-mestiço brasileiro. No mínimo o que o brasileiro deve a estes bens em forma de acalantos e suas benfeitoras negras é prestar-lhes homenagens, quem sabe “bater cabeça” para a grande mãe África que o embalou! Parafraseando a Profª Drª Conceição Evaristo: “Que estas cantigas não tenham servido só para embalar o sono dos senhores das casas-grandes, mas, para acordá-los dos seus sonos injustos!”.



(Alguém Cantando – Caetano Veloso)


“Alguém cantando longe daqui

Alguém cantando longe, longe

Alguém cantando muito

Alguém cantando bem

Alguém cantando é bom de se ouvir

Alguém cantando alguma canção

A voz de alguém nessa imensidão

A voz de alguém que canta

A voz de um certo alguém

Que canta como que pra ninguém

A voz de alguém quando vem do coração

De quem mantém toda a pureza

Da natureza

Onde não há pecado nem perdão”

(Alguém Cantando – Caetano Veloso)

*Publicado inicialmente na Revista http://www.africaeafricanidades.com/ - Fevereiro/2010.


REFERÊNCIAS
ANDRADE, Mário. Pequena História da Música. 9ªed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia Ltda,1987.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ªed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia Ltda,1988.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos Tradicionais Infantis: O jogo, a criança e a educação. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 1995.
LOPES, Nei. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro Edições, 2004.
MILLECCO FILHO, Luís Antônio e outros.É Preciso Cantar: Musicoterapia, Cantos e Canções. Rio de Janeiro: Enelivros Editora e Livraria Ltda, 2001.
WINNICOTT. D.W. O Brincar e a Realidade. Rio de Janeiro, Imago Editora, 1975.
http://images.google.com.br

terça-feira, 23 de março de 2010

♫Festa MAKULA, 100% África, c/ DJ Lucio K, no Mofo Lapa, dia 26/03, 6ª feira!!!♫



A MAKULA é basicamente uma festa de Afrobeat, gênero musical que assimila jazz, soulfunky e elementos propriamente africanos criado pelo nigeriano Fela Kuti. Também marcam presença nela outros ritmos africanos como Highlife, Juju Music, Soukous, Afrorock, Afrosoul, Voodoo Funk, Räi, Kuduro etc.

Seguindo uma filosofia musical panafricanista, a MAKULA faz comparecer na data, nos CDJs do Mofo Lapa, bandas e artistas como Matata, Antibalas Afrobeat Orchestra, Konono, Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, Manu Dibango, King Sunny Ade, Joni Haastrup, Tony Allen, Miriam Makeba, Orlando Julius & His Afro Sounders, Seun Kuti, Wallias Band, Lafayette Afro Rock Band, African Brothers Band, Ikenga Superstars of Africa, Mulatu Astatke, The Daktaris, Jingo, Fanga etc (além do referido fundador da banda Africa 70, obviamente), mostrando a potência dos sons e ritmos do continente negro num repertório muito pouco – quando nunca – executado pela grande maioria dos DJs cariocas, e mesmo pelos de outros estados do país.

Com mais de um ano de atividade, a MAKULA já recebeu os poucos e seminais DJs da cidade ligados à música afro como: Stephane San Juan, Dany Roland, MAM e o referencial Mauricio Valladares.

Para abrilhantar ainda mais este seletíssimo rol de convidados ilustres, a MAKULA, nesta edição, conta com a participação do DJ e produtor musical Lucio K, conhecedor a fundo dos ritmos afro! Lucio é um pesquisador insaciável de ritmos do mundo todo e, pode-se dizer, é um pioneiro da atual geração que se debruça sobre o legado musical do continente berço da humanidade! Seus beats são reconhecidos e aclamados em todo o país! Lucio K é um dos maiores DJs da cidade!

A MAKULA tem em sua equipe de DJs: Gustavo Benjão, Lucio Branco e Zé McGill.

A grife BALACO, da estilista Júlia Vidal, especializada em roupas e design de inspiração afrobrasileira, dá o tom geral da MAKULA. A BALACO traz e customiza elementos da rica cultura do continente negro para a MAKULA, numa parceria que confere a devida legitimidade a esta festa 100% África.

PS: A quem possa ocorrer que o nome da festa tenha relação com o craque do Bangu dos anos 1980/90, saiba que não há coincidência alguma nisso: trata-se mesmo de uma singela homenagem ao carrasco de Moça Bonita.
http://www.myspace.com/festamakula

Programa MAKULA ao vivo, na véspera da festa, 25/03, 5ª feira, das 17hs às 19hs, na Rádio Gruta:
www.radiogruta.com

domingo, 21 de março de 2010

*21/03 - Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial* Viva a Diversidade!*


*21 de Março* foi escolhido como o "Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial", saiba porque e compartilhe deste movimento em favor da Diversidade!

hoje, 21 de Março, é o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em memória as vítimas do Massacre de Shaperville, um bairro sul-africano da província de Gauteng.

Em 21 de Março de 1960, vinte mil negros protestavam contra a “Lei do Passe”, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam se movimentar no país. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão e o saldo da violência foi de 69 mortos e 186 feridos.


Desde esse triste dia, registaram-se profundas alterações no contexto das nações, continuando no entanto a manifestarem-se nas mais diversas formas de discriminação racial.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem, implementada em 1948, no seio da Organização das nações Unidas, estabelece regras, que sendo cumpridas, não permitem a discriminação racial.




O seu artigo primeiro, indica que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.

O artigo segundo refere que “ Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação”.

O artigo sétimo da mesma Declaração, refere que “Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”.

Por sua vez, a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial, no âmbito da ONU, define no seu artigo primeiro que “Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos - político, económico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública”.

É no aprofundamento destes conceitos que devem assentar as formas de luta em prol de uma universalidade de direitos e deveres, onde não haja mais lugar para formas de discriminação, sejam elas de que forma forem.



Somos um povo mestiço e como tal não podemos compactuar com qualquer forma de discriminação. Temos o dever como cidadãos do mundo de preservar a vida e sua integridade física e moral. Salve a Diversidade de Gênero, Etnia, Cor, Religião, Opção Sexual, Cultura, Opinião e tudo o mais que se aplica aos seres humanos, irmãos por pertencermos a mesma espécie e compartilharmos do mesmo planeta! Axé! Denise Guerra.



*Fonte:


sábado, 20 de março de 2010

*Livro FALA, CRIOULO de Aroldo Costa e Exposição MULHERES NEGRAS: PRETO NO PRETO de Jorge Ferreira em Nova Iguaçu*

Nova Iguaçu debate contra a discriminação Racial:
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A partir do dia 22 de março, o Espaço Cultural Sylvio Monteiro, em Nova Iguaçu , abriga a exposição Mulheres Negras, Preto no Preto do fotógrafo Jorge Ferreira, (9721-6750) - Uma moradora de rua de 90 anos do Humatá, foi o estopim do conceito de arte preto no preto. Digo isto, porque percebo como a banalização da miséria está cada vez mais reduzindo a condição humana dos de uma parcela importantíssima de nossa sociedade, que somos, nós, os afrodescedentes A data de estréia da exposição está relacionada ao Dia Internacional pela Eliminação do Racismo, dia 21 de março.

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Além da velha sem teto, o fotógrafo retrata momentos inusitados das cantoras Elza Soares e Virgínia Rodrigues, além da Yalorxá Mãe Beata de Yemonjá, cujo Ilê fica em Nova Iguaçu , a exposição de Jorge Ferreira reúne mais de 50 fotografias, no tamanho 30X 20. Todas as fotos são P/B.

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O evento terá ainda o lançamento do livro Fala Crioulo de Haroldo Costa, que entre outros depoimentos, veicula a vida e obra de Zezé Motta, Mãe Torody (Yalorixá de São João de Meriti), Vera Lucia Couto (ex-Miss Guanabara), a Professora Glória Anselmo e a neta de Cartola, Nilcemar Nogueira.

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Todas elas prometem visitar a exposição de Jorge Ferreira que vai até o dia 2 de abril, Horário de visitação: 10 às 17 horas, de terça a domingo. O Espaço Cultural Sylvio Monteiro fica na Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro Tel. 2667-2157.

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MULHERES NEGRAS, PRETO NO PRETO
Exposição fotográfica de Jorge Ferreira (8721-6750)
De 22 de março a 2 de abril – terça à domingo – 10 às 17 horas.,

FALA, CRIOULO
Noite de autógrafos com Haroldo Costa
Produção: JIMP Comunicação
Assessoria de Imprensa Mauro Viana (8648-4736)
Fotografia: Jorge Ferreira
Design – Italmar Vasconcellos
Vjing: Paulo China
Realização:
Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu – Coordenadoria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial.

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*Fonte: Enviado através de email pelo jornalista Mauro Vianna, a quem agradecemos a gentileza!*

sexta-feira, 19 de março de 2010

*I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades- Palestra: Literatura Cabo-Verdiana por Ricardo Riso*



Queridos leitores,
Eis a palestra do amigo Ricardo Riso sobre a Literatura Cabo-Verdiana num dos eventos que irão se realizar pelo I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições. As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista.

quarta-feira, 17 de março de 2010

*O Site da Vez: Revista África e Africanidades - Construções Identitárias*

Por Alexandre Amorim
Durante o ano passado, o músico e escritor Chico Buarque declarou sua repulsa por uma parte da população brasileira que busca suas origens europeias e se esquece de suas origens africanas. De fato, a consulta feita pelo IBGE em 1999 traz 54% de brasileiros declarando-se brancos, enquanto 45% se dizem negros ou pardos. Ou seja, em um país colonizado por europeus que foram buscar a força de trabalho majoritariamente nos escravos africanos, a miscigenação dos dois grupos ainda é um tabu. O compositor de olhos cor de ardósia reclamava do preconceito que tenta esconder uma realidade que deveria ser, ao contrário, comemorada: a influência negra no Brasil é fator essencial para o desenvolvimento da nossa cultura, diversa e ao mesmo tempo abrangente.
*
A revista África e Africanidades, online desde maio de 2008, vem mostrando como lutar contra esse preconceito apresentando artigos, resenhas e entrevistas de qualidade. Centrada principalmente nas áreas cultural e pedagógica, a revista se dedica a temas africanos, afro-brasileiros e afro-latinos. A maioria dos artigos é escrita por acadêmicos de áreas como literatura, antropologia e pedagogia e traz assuntos que ainda podem ser considerados tabu ou inusitados, como: o funk carioca deve ser ligado à cultura ou ao crime? Exu pode ser visto como um símbolo pós-moderno? A origem do tango pode ser traçada desde a África?
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O objetivo da revista é promover “a reflexão e o debate acadêmico e pedagógico sobre temas como a história da escravidão, relações raciais e os complexos processos de construção identitária”. A africanidade inerente ao brasileiro está em cada espaço, discutida em cada parágrafo dos textos.
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O periódico, que não está preso a nenhuma instituição de ensino ou de qualquer iniciativa pública ou privada, é trimestral e gratuito, graças à iniciativa de professores, pesquisadores, estudantes, técnicos e especialistas. A composição central do site se divide em quatro partes: o Espaço Acadêmico – artigos, resenhas e relatórios de pesquisa; a seção África e Africanidades na Sala de Aula – dedicado a alunos e professores da Educação Básica; as Colunas, que pretendem informar e entreter sobre diversos temas, como direito, finanças, cinema, saúde e comportamento; e um catálogo de fontes de pesquisa: museus, centros culturais e bibliotecas.
*
Os temas abordados nas seções se espalham também por outros espaços da revista: além do menu da revista, existe um acesso por áreas temáticas, divididas em Culturas, Educação, Histórias, Literaturas e Sociedades. Essa divisão parece acontecer mais por uma questão prática do que ideológica ou filosófica, já que os temas podem se confundir entre as áreas propostas. A divisão, portanto, tem a intenção de ajudar, e segue a ideia de que um mesmo assunto pode ser procurado em áreas distintas. No tema Sociedade, por exemplo, achamos textos culturais como um ensaio sobre a multimídia em Heitor dos Prazeres ou filmes sobre os Panteras Negras e Malcolm X. Esse modo de busca se mostra funcional mesmo quando o assunto se torna específico, como a educação afro-indígena.
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Um grande trunfo da revista é ter organizado sua capa (a tela principal) com os assuntos relativos àquela edição, mas trazer também, em suas opções de menu, todos os arquivos já publicados. Além disso, a boa distribuição da informação, o uso inteligente de ferramentas próprias para a publicação na internet (menus, hipertexto, blocos de texto a serem expandidos) e o ótimo equilíbrio entre cores, imagens e texto tornam a leitura da revista fácil, ao mesmo tempo que os artigos se aprofundam. As chamadas dos textos estão em manchetes e pequenos blocos introdutórios, como a maioria dos jornais digitais, mas a íntegra desses textos está sempre no formato pdf, que se abre no próprio browser, facilitando a leitura e mesmo a impressão.
*
Com enfoque na cultura e, principalmente, na literatura e na educação, vale a pena visitar a seção de resenhas literárias, que abarcam desde Stuart Hall e sua análise do pós-modernismo até um estudo folclorista de Cecília Meireles sobre batuque, samba e macumba. A seção Sala de Aula traz também artigos que deviam estar na pauta de qualquer pessoa interessada em educação no Brasil: jogos, arte e educação, cotidiano escolar, formação docente e outros assuntos são discutidos sob a luz da resistência contra o preconceito e o racismo. Se cultura e educação são assuntos marginalizados e deixados sempre em segundo plano em nossa sociedade, esses valores voltados à negritude sofrem duplo preconceito: o social e o racial. As questões, quase sempre voltadas à busca de identidade, são justificadas: o papel geralmente secundário e mesmo ridículo do negro na literatura infantil ou o racismo encontrado nas formas tradicionais de estudar as diferenças (mostrando apenas os trajes e pratos típicos de uma raça, sem se aprofundar em sua cultura). Se a revista se preocupa em educar e trazer cultura de modo transparente e sem ranços de preconceito, deve-se elogiar essa preocupação: a ignorância e a aprendizagem equivocada do que é a cultura negra nos leva a ignorar o que nós mesmos somos.
*
Os desdobramentos da cultura afro-brasileira são mostrados através de estudos e apontamentos de livros, entrevistas e artigos. As relações étnicas na educação, na sociedade e mesmo como questão de gênero e sexualidade servem como caminho para descobertas, como de que modo a visão do negro pode ser desvirtuada pela mídia e a veiculação de sua imagem. Já que a revista não se intimida em traçar relações interdisciplinares e, principalmente, multiculturais, a arte de descendência africana é demonstrada como diretamente aplicada aos direitos humanos, e a busca identitária passa também por religiosidade e tradições orais.
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Mais do que tudo, a revista África e Africanidades reforça a necessidade de não só afrodescendentes, mas de toda a população nacional participar social e politicamente da preservação da cultura negra através principalmente da educação como força motriz para a mudança. O site chega a citar a necessidade de “luta e resistência em espaços urbanos e rurais”, o que pode parecer exagerado para quem nunca se preocupou em afirmar sua identidade através de um mar de preconceitos, mas deve estar na agenda de todo cidadão brasileiro que espera participar e se fazer representar, porque a ignorância é o que vem nos mantendo presos a um estado social medíocre
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Publicado em 02/02/2010

*I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades - A Cultura Hip-Hop na formação do olhar crítico sobre o mundo*


Continuo divulgando os eventos da Revista África e Africanidades,
Este é mais um evento a se realizar pelo I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições. As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista -

domingo, 14 de março de 2010

*I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades - Minicurso: * O Negro na Mídia Brasileira*


Queridos leitores,
Este é mais um evento a se realizar pelo I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições. As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista -
http://www.africaeafricanidades.com/
IMPERDÍVEL!!! ACESSE E INSCREVA-SE!!
*
*Enviado gentilmente pela diretora da Revista África e Africanidades Nágila Oliveira, a quem agradecemos!

*I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades - Palestra: * Mulheres Negras no Mercado de Trabalho: Estudo de caso em três empresas...


Queridos leitores,
Eis mais um dos eventos a se realizar pelo I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições. As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista - http://www.africaeafricanidades.com/
IMPERDÍVEL!!! ACESSE E INSCREVA-SE!!
*
*Enviado gentilmente pela diretora da Revista África e Africanidades Nágila Oliveira, a quem agradecemos!

quinta-feira, 11 de março de 2010

*I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades - Curso: O Negro na História e na Sociedade Brasileira*


Queridos leitores,
Nossa Revista realizará o seu I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades, com palestras e minicursos abordando temáticas que se destacaram ao longo das nossas edições.
As atividades serão realizadas nos dias 05 e 12 de abril de 2010, no Largo de São Francisco de Paula, 34 - 5º andar - Centro - RJ, e as inscrições só poderão ser feitas no site da revista -
http://www.africaeafricanidades.com/
IMPERDÍVEL!!! ACESSE E INSCREVA-SE

*Enviado gentilmente pela diretora da Revista África e Africanidades Nágila Oliveira, a quem agradecemos!

quarta-feira, 10 de março de 2010

*CONVITE: SEMINÁRIO E LANÇAMENTO DO CONCURSO DE REDAÇÃO CAMÉLIA DA LIBERDADE* Tema: João Cândido e os 100 anos da Revolta da Chibata*


*DIAS 11 E 12 DE MARÇO - DAS 9 AS 18H.
*AUDITÓRIO GILBERTO FREIRE - PALÁCIO GUSTAVO CAPANEMA, 2º ANDAR.
RUA DA IMPRENSA, 16 - CENTRO - RIO DE JANEIRO
* Enviado gentilmente através de email pela amiga Geny Guimarães

terça-feira, 9 de março de 2010

*ESCRAVIDÃO NUNCA MAIS: Palestra na Biblioteca Nacional com Professores da UFF e UNI-RIO


*Enviado pelo Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
* Informações: BIBLIOTECA NACIONAL: AV. RIO BRANCO, 219 - Rio de janeiro.
*Tel:21- 3095.3879

*MEMÓRIAS DA CHIBATA - Em Breve Nos Cinemas Brasileiros*


SINOPSE DO FILME: MEMÓRIAS DA CHIBATA

Juca, um menino negro de 7 anos que vende balas na rua, vê seus amigos e sua mãe apanharem de seu padrasto sem nada poder fazer, mas um dia, na favela onde mora, sua avó lhe revela que ele é bisneto do líder da Revolta da Chibata, João Cândido, e inspirado por estas memórias, o menino toma uma atitude radical que pode mudar o rumo de sua vida.
*EM BREVE NOS CINEMAS BRASILEIROS!

segunda-feira, 8 de março de 2010

*FÊMEA-FÊNIX - Poema da Professora Conceição Evaristo Para Saudar Mais Um dos Nossos Dias!*

Caros Amigos, é com prazer que comemoro este dia através das palavras da minha querida professora Conceição Evaristo, um exemplo de mulher, amiga, profissional, mãe e de ser humano!
Nesta foto estou de blusa vermelha ao lado da profª Conceição Evaristo, de vestido laranja no centro da foto. Este é o Grupo de Teatro do Oprimido de Guiné Bissau, o qual tivemos o prazer de assistir juntas em Julho de 2009 além da compania de mais dois amigos da pós em cultura africana e afro-brasileira. (Bons Momentos!)

FÊMEA - FÊNIX (Profª Drª Conceição Evaristo)
Navego-me eu–mulher e não temo,
sei da falsa maciez das águas
e quando o receio
me busca, não temo o medo,
sei que posso me deslizar
nas pedras e me sair ilesa,
com o corpo marcado pelo olor
da lama.

Abraso-me eu-mulher e não temo,
sei do inebriante calor da queima
e quando o temor
me visita, não temo o receio,
sei que posso me lançar ao fogo
e da fogueira me sair inunda,
com o corpo ameigado pelo odor
da chama.

Deserto-me eu-mulher e não temo,
sei do cativante vazio da miragem,
e quando o pavor
em mim aloja, não temo o medo,
sei que posso me fundir ao só,
e em solo ressurgir inteira
com o corpo banhado pelo suor
da faina.

Vivifico-me eu-mulher e teimo,
na vital carícia de meu cio,
na cálida coragem de meu corpo,
no infindo laço da vida,
que jaz em mim
e renasce flor fecunda.
Vivifico-me eu-mulher.
Fêmea. Fênix. Eu fecundo.
Conceição Evaristo- Março/2007

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!!!


sábado, 6 de março de 2010

*Dia De Oxum É Declarado Patrimônio Imaterial Do Estado Do Rio De Janeiro*


RIO - Uma lei sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira transforma o Dia de Oxum, comemorado anualmente no dia 8 de dezembro, em patrimônio imaterial do Estado do Rio. A nova norma, de autoria do deputado Átila Nunes (DEM), determina que festejos deverão ser programados e realizados pelas secretarias de Turismo e Ciência e Cultura e incluídos no calendário oficial e turístico do estado.


Vários símbolos afro-brasileiros ultrapassaram a ligação com determinadas religiões. Você não precisa ser budista para ter admiração pelos ensinamentos de Buda, por exemplo, e isso acontece com muita regularidade com símbolos das religiões afro-brasileira. A Candelária e o Cristo deixaram de ser somente monumentos católicos para se tornarem referências do Rio, como a festa de Iemanjá passou a ser uma comemoração carioca. É importante preservar essas manifestações, e as celebrações para Oxum já são típicas na cidade há mais de 300 anos - ressalta Átila Nunes.


"A Candelária e o Cristo deixaram de ser somente monumentos católicos para se tornarem referências do Rio "


Segundo Átila, a proposta só enfrentou resistência da bancada evangélica:
O Brasil confunde o religioso com a cultura. O importante é que a gente preserve e celebre os grandes símbolos de todas as religiões, como São Jorge. A minha maior dificuldade na Alerj foi na bancada evangélica. Mas, é importante reconhecermos as diferentes manifestações. O dia de Oxum também é dedicado a Nossa Senhora da Conceição.


Oxum é um orixá feminino ligado ao amor de mãe e que domina os rios e as cachoeiras. Segundo as lendas, ela adora ricas vestes e objetos de uso pessoal, como colares, joias, perfumes. Sua imagem é associada à maternidade e à fertilidade. Quando uma mulher tem dificuldade para engravidar é à Oxum que se pede ajuda. Além disso, ela tem funções de cura, e é o orixá do ouro, da riqueza e do amor.


Os orixás são a energia da natureza. Oxum é não é só a cachoeira em si, mas a energia gerada pela queda d'água. Essa decisão é importante para que possamos ter mais suporte do poder público na hora de realizar as nossas homenagens e confraternizações -, explica Fátima Dantas, diretora da Congregação Espírita Umbandista do Brasil (Ceub).


Também nesta sexta-feira, a Assembleia Legislativa do Rio sedia o I Encontro Sobre Políticas Públicas para Comunidades de Terreiros. O encontro, que conta com a presença do ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, busca debater o Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa e de Promoção de Políticas Públicas para as Comunidades Tradicionais de Terreiro (PNCT). O Plano visa a combater a intolerância religiosa e assegurar a efetivação do direito à liberdade de consciência e de crença.

SAÚDO A ORIXÁ OXUM COM A SUA ORAÇÃO:
"Que oxum nos dê a serenidade para agir de forma consciente e equilibrada. Tal como suas águas doces - que seguem desbravadoras no curso de um rio, entrecortando pedras e se precipitando numa cachoeira, sem parar nem ter como voltar atrás, apenas seguindo para encontrar o mar - assim seja que eu possa lutar por um objetivo sem arrependimentos. Oora yeyeoosun!

Fonte:

http://extra.globo.com/rio

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2107264/dia-de-oxum-e-patrimonio-imaterial-do-estado-do-rio

*Cine clube Atlântico Negro Apresenta: MULHER ANCESTRAL - 12/03/2010 - 20h no Templo Glauber


*O Cine Clube Atlântico Negro exibirá um Documentário e uma Ficção Projetando A Importância da Mulher Negra na Manutenção de suas Tradições na Cultura Brasileira: "Cheiro de Feijoada" e "A Bença" serão exibidos no Templo Glauber Rua Sorocaba nº190 - Botafogo. Dia 12/03/2010. Sessão seguida de debates - GRATIS! Até Lá!

Fonte: Enviado através de email pelo amigo Clementino do blog http://atlanticonegro.blogspot.com a quem agradecemos a gentileza.

sexta-feira, 5 de março de 2010

*LAPINHA: A Casa da Música Brasileira na Lapa - Conheça!*


Lapinha, a casa da música brasileira na Lapa, abrirá oficialmente suas portas no dia 10/03. Antes, porém, estarão fazendo um soft open para apresentá-la às pessoas amigas. Eles possuem um espaço raro na cidade e único na Lapa boêmia: repertório musical bem escolhido, piano de cauda, bateria, cardápio diferenciado, boa carta de vinhos (com preços honestos) e um ambiente aconchegante. Estarão abertos de quinta-feira a sábado, à partir das 19h30. Nesses dias, você e sua companhia não pagarão couvert.
*Lapinha - Av. Mem de Sá, 82 (esquina com rua do Lavradio) Que tal Conhecer?!
*
*Informações enviadas através de email pelo amigo Luís Pimenta que também participa da administração do bar a quem desejo muito Sucesso!

quarta-feira, 3 de março de 2010

*Programa Sistema Eletrobrás de Cultura 2010* Inscrições Até 15/03/2010 - Aproveite! Inscreva Seu Projeto Cultural!


Há 47 anos, a Eletrobrás investe na energia do Brasil. Na energia elétrica, motor do desenvolvimento do país, e na energia que emana das mais variadas formas de expressão do povo brasileiro. Por isso, a empresa tem por tradição o incentivo à cultura. Centenas de projetos patrocinados pela Eletrobrás têm movimentado a cena cultural do país, lançando luz sobre os palcos e espaços destinados à música, teatro, cinema, dança, artes plásticas e educação. A empresa também incentiva o esporte. A Eletrobrás é patrocinadora oficial do Vasco da Gama e das seleções brasileiras de basquete.

Programa Sistema Eletrobrás de Cultura 2010

Podem participar do Programa Sistema Eletrobrás de Cultura 2010 projetos de todo o país, nas seguintes modalidades: espetáculos teatrais adultos, audiovisual (longa-metragem), festivais de cinema e teatro e patrimônio imaterial (manifestações culturais folclóricas). A seleção das produções patrocinadas será realizada por uma comissão mista, composta por profissionais renomados ligados a cada área contemplada no programa.

As inscrições vão de 25 de janeiro a 15 de março e serão feitas apenas pela internet, pelo link abaixo (“Inscreva-se aqui”). Antes de inscrever o seu projeto, leia o edital e o Manual do Proponente. Suas dúvidas, elogios ou críticas podem ser enviados para:

*Fonte:
Informações enviadas por Martha Carvalho da Agência DSONE a quem agradecemos a gentileza.

segunda-feira, 1 de março de 2010

♫Agenda de Março da Banda Brasil Show - Dança de Salão♫

*Quem é Pé de Valsa, ou melhor de Samba, Não pode perder os bailes da Banda Brasil Show de Março pois, está super quente! Se você ainda não sabe dançar tá na hora de aprender. Vamos lá!*

01_seg_CASTELO DA PAVUNA (Pavuna)_19:30h
05_sex_CASA DE VISEU (V. Carvalho)_18:30h
07_dom_C. BOMBEIROS (Madureira)_18:00h
08_seg_CASTELO DA PAVUNA (Pavuna)_19:30h
13_sab_S. M. 10 DE MAIO (Campo Grande)_22:00h
14_dom_UNIÃO F. C. (Mesquita)_20:00h
15_seg_CASTELO DA PAVUNA (Pavuna)_19:30h
17_qua_IRAJÁ A. C. (Irajá)_18:30h
19_sex_WEST SHOW (Campo Grande)_17:00h
20_sab_GRES PARAÎSO DO TUIUTI (São Cristovão)_21:00h
21_dom_CBS MARINHA (V. Carvalho)_18:00h
22_seg_CASTELO DA PAVUNA (Pavuna)_19:30h
23_ter_TIJUCA T. C. (Tijuca)_16:00h
27_sab_HELÊNICO A. C. (Rio Comprido)
29_seg_CASTELO DA PAVUNA (Pavuna)_19:30h
*
*NO CASTELO DA PAVUNA - SEGUNDA SEM LEI - MULHERES GRÁTIS ATÉ AS 20:00h!!!
COM PANFLETO: PAGUE APENAS R$ 5,00!!!!
TODAS AS SEGUNDAS, DE 19:30h AS 23:30h!!!
*
*Agenda enviada gentilmente através de email pelo músico trumpetista José Carlos, a quem agradecemos.

*SALVE O RIO DE JANEIRO - Minha Querida Cidade Maravilhosa!!!*



Hoje a minha amada Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro completa 445 anos de muitas belezas naturais e culturais, incluindo-se aí a nossa gente! O Carioca é uma figura adorada internacionalmente pela simpatia com que recebe seus visitantes. Não queria falar do orgulho que sinto de ter nascido e de morar neste cidade maravilhosa, mas, não tem jeito, vou ter que ser redundante!


Aqui no Rio de Janeiro está uma das mais novas Sete Maravilhas do Mundo "O Cristo Redentor". Quem não conhece ou não gostaria de conhecer a nossa Princesinha do Mar "Copacabana" e seu famoso reveillon? e olha que ainda temos outras 15 praias nesta cidade tão pequenina, imagina só!

O Pão de Açúcar e seus bondinhos, são o sonho de muita gente. Apesar da devastação que assola todo o Brasil, temos um pedacinho privilegiado de Mata Atlântica na Floresta da Tijuca em plena cidade urbana. Um dos maiores e mais bonitos Estádios de Futebol está aqui no Rio de Janeiro e se chama "Maracanã"! O samba nasceu aqui e tem mesmo a cara do Rio e do Carioca! O maior Carnaval do Mundo também acontece no nosso Sambódromo! Praticamos muitos esportes, os de praia não podem faltar, o futebol já é de praxe, mas, ninguém vê tanta beleza num Voo Livre de Asa Delta quanto o pessoal que passa ou vive no Rio de Janeiro. Nossas noites são alegres regadas a muita música (a Lapa que o diga!), muitas peças teatrais, apresentações de dança desde as clássicas até a popular Dança de Salão (que encontramos em vários lugares).


Pois é, o Rio de Janeiro é assim: Pequeno em extensão e Imenso em tudo o mais! vários compositores da MPB saudaram o Rio em suas músicas e é o pedacinho mais delicado que se pode levar para sempre desta cidade linda! Vejamos algumas homenagens musicais feitas para o Rio:



Aquele Abraço -Gilberto Gil (O Rio de Janeiro continua lindo...);
Delírio dos Mortais - Djavan (Rio, podem falar o que quiser mas, o xodó do povo é o Rio...);
Rio - Boscoli e Menescal (Rio que mora no mar, Sorrio pro meu Rio que tem no seu mar...);
Rio 40º graus - Fernanda Abreu (Rio 40 graus, Cidade maravilha Purgatório da beleza e do caos);
Só pra fechar a tampa vou terminar com o maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim ou simplesmente Tom Jobim com seu Samba do Avião:
Eparrê

Aroeira beira de mar

Canôa Salve Deus e Tiago e Humaitá

Eta, costão de pedra dos home brabo do mar

Eh, Xangô, vê se me ajuda a chegar

*
Minha alma canta

Vejo o Rio de Janeiro

Estou morrendo de saudades

Rio, seu marPraia sem fim

Rio, você foi feito prá mim

*
Cristo Redentor

Braços abertos sobre a Guanabara

Este samba é só porque

Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar

Seu corpo todo balançar

Rio de sol, de céu, de mar

Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão

Copacabana, Copacabana
*
Cristo Redentor

Braços abertos sobre a Guanabara

Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você

A morena vai sambar

Seu corpo todo balançar

Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando

E vamos nós

Pousar...

PARABÉNS RIO DE JANEIRO!!!

VISITANTE, BEM-VINDO À NOSSA CIDADE MARAVILHOSA!!!
*
Denise Guerra

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫
♫VIOLÃO * CAVAQUINHO * GUITARRA * BAIXO * FLAUTA * SAXOFONE * TROMPETE * TROMBONE * CLARINETE * GAITA * PIANO * TECLADO * CANTO * BATERIA * PERCUSSÃO GERAL♫ RUA IGARATÁ, Nº566 - MARECHAL HERMES - Rio de Janeiro* TEL(S):3456-1510/8133-3559* www.empentagrama.kit.net

*Registrado no Creative Commons*

Licença Creative Commons
Afro-Corporeidade e Africanidades de Denise Guerra dos Santos é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
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*FRUTOS DA DIÁSPORA AFRICANA*

*ACESSE http://www.africaeafricanidades.com.br*

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*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*

*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*
*Frase do Livro "Feijoada no Paraíso" Besouro*
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♫SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS♫

  • *CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ª edição. Belo Horizonte: Itatiaia, 1988.
  • *COSTA, Clarice Moura. O Despertar para o outro: Musicoterapia. São Paulo: Summus Editorial, 1989.
  • * FREGTMAN, Carlos Daniel. Corpo, Música e Terapia. São Paulo: Editora Cultrix Ltda,1989.
  • *EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
  • * FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
  • *HOBSBAWN, Eric J. História Social do Jazz. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
  • *LOPES, Nei. Bantos, Malês e Identidade Negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
  • *_________. Dicionário Escolar Afro-Brasileiro. São Paulo: Selo Negro, 2006.
  • *_________. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.
  • *_________. O Negro no Rio de Janeiro e sua Tradição Musical: Partido Alto, Calango, Chula e outras Cantorias. Rio de Janeiro: Pallas, 1992.
  • PEREIRA, José Maria Nunes. África um Novo Olhar. Rio de Janeiro: CEAP, 2006.
  • *RAMOS, Arthur. O Folclore Negro do Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  • *ROCHA, Rosa M. de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro: Uma proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano escolar. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2006.
  • *___________. Educação das Relações Étnico-Raciais: Pensando referenciais para a organização da prática pedagógica. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.
  • *ROSA, Sônia. CAPOEIRA(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *__________. JONGO(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *___________. MARACATU(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *SANTOS, Inaicyra Falcão. Corpo e Ancestralidade: Uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
  • *SODRÉ, Muniz. Samba o Dono do Corpo. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
  • TINHORÃO, José Ramos. Música Popular Brasileira de Índios, Negros e Mestiços.RJ: Vozes, 1975.
  • _________ Os sons dos negros no Brasil. São Paulo: Art Editora, 1988.