♫AMIGOS DO AFRO CORPOREIDADE♫

domingo, 31 de outubro de 2010

*DIÁSPORAS AFRICANAS NA AMÉRICA LATINA: UMA PONTE PARA O ATLÂNTICO - FOTOS DE JANUARIO GARCIA* SESC Tijuca - RJ*

*Este é o fotógrafo Januário Garcia*




DIÁSPORAS AFRICANAS NA AMÉRICA LATINA: UMA PONTE PARA O ATLÂNTICO - FOTOS DE JANUARIO GARCIA
Em cartaz no Sesc Tijuca até dia 20/11.

Inaugurada na embaixada da Nigéria em Abuja, essa exposição fez parte das ações comemorativos da Cúpula de Países da África e da América do Sul (AFRAS), em 2008. De Januário Garcia - fotógrafo negro que, entre tantos trabalhos, registrou os últimos 25 anos do movimento negro no Rio de Janeiro - a exposição traz metáforas fotográficas que demonstram a relação entre a África e a América do Sul, um registro da presença atual dos afro-descendentes no continente latino americano e, ao mesmo tempo, do legado cultural das matrizes africanas na região.
.10/9 - Abertura da Exposição com o grupo Co-Plas - Dupla musical - poética - percussiva, composta por Jose Maria Castañeda e Edison Mego, músicos que cultivam a tradição musical afro-peruana e que, no Brasil, difundem os estilos musicais do litoral peruano no grupo Negro Mendes. 19h. 10/9 a 20/11, 3a a sábado, 12h às 17h. Grátis. [livre] 

Sesc Tijuca
Endereço
Rua Barão de Mesquita, 539

Telefone

(21) 3238-2100/Fax: (21) 3238-2428

*A Escola em Movimento no Museu* com a comemoração do Dia da Consciência Negra*


*Enviado pela amiga Marta Bento, a quem agradeço!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

♫FESTA SHOW RODA DO GRUPO ZANZAR NO CORDÃO DO BOLA PRETA♫


 Música e Dança Popular Brasileira
Grupo Zanzar    
Convida: Quarteto Olinda (forró e cavalo marinho)
Participação especial: Marcelo Caldi
14 de novembro
no Bola Preta

Festa-roda-show
Abertura: Quarteto Olinda (20h)
Show com Grupo Zanzar (22h)
DJ Lencinho
coco, jongo, cacuriá, forró, maracatu, samba de roda, afoxé, ciranda, cavalo marinho, frevo, carimbó, samba de pareia

pra rodar as saias!!!

Entrada R$15 normal / R$10 na lista amiga (envie seu nome por email)

Centro Cultural Cordão da Bola Preta
Rua da Relação, nº 3, esquina com Rua do Lavradio
Info: grupozanzar@yahoo.com.br / 8667-2949
www.grupozanzar.blogspot.com

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

*A LENDA DO MACULELÊ*

*Foto http://www.flickr.com/photos/beija-flor/67659576/in/photostream/
Crianças realizando o Maculelê*

(O Maculelê é uma dança de bastões brasileira que tem provável origem Afro-indígena, pois, foi trazida das etnias africanas  congo-angolanas(há sugestões de que tenham sido os cucumbis) para cá, sendo mesclada com alguns elementos da cultura dos índios brasileiros (supostamente os aimorés) que aqui já viviam. É comum no interior da Bahia e do Rio de Janeiro.


—Entre os povos africanos há um personagem muito importante: é o Griôt ou contador de história. Os Griôts contam as histórias do povo africano para manter vivo o conhecimento e valorizar a ancestralidade pela cultura oral.

 —Toda vez que os Griôts começam suas histórias eles pedem emprestadas as orelhas do ouvintes guardando-as no coração, e falam uma palavra mágica que significa... ERA UMA VEZ... como nós faremos agora. Vocês emprestam suas orelhas? Então vamos lá: KARINGANA UA KARINGANA...


 A LENDA DO MACULELÊ

—Um grupo de africanos da etnia cucumbis foram escravizados na África e trazidos para o Brasil para trabalharem nas fazendas brasileiras cultivando a cana-de-açúcar.

—Os povos cucumbis eram mestres na arte da dança guerreira com bastões. Eles sempre ensinaram aos seus filhos esta arte desde muito cedo.

—Numa das fazendas de cana-de-açúcar do interior da Bahia, um casal africano teve um filho ao qual deram o nome de MACULELÊ.

—Maculelê tinha uma doença na pele que o deixava triste, envergonhado e isolado.

—Um dia, quando Maculelê fez 7 anos de idade, ele resolveu fugir da fazenda e se esconder na floresta onde ninguém pudesse vê-lo. Seus pais e amigos procuram por ele, mas, não o encontraram.

— Depois de uma semana, os índios aymorés que moravam naquela floresta encontraram o Maculelê e ficaram preocupados com o problema do menino, pois, para os índios há duas coisa muito importantes no mundo:

— Em primeiro lugar Deus, que está em toda a natureza! Em segundo lugar as crianças, porque elas são os tesouros do mundo!

— Então, os índios convidaram Maculelê para ir morar na aldeia deles dizendo que o Pajé (curandeiro deles), poderia tentar cura-lo com suas plantas e ervas.

—Só que Maculelê não queria ser visto por ninguém e não aceitou ir para a aldeia no começo.

 —Então, o cacique dos índios fez um trato com Maculelê: que ele iria para a aldeia de noite, direto para a oca do pajé, ficaria escondido lá, e ninguém entraria nesta oca, somente o pajé que iria cuidar dele, e assim ninguém mais o veria como ele queria.

 — Maculelê aceitou a proposta, e viveu na oca do pajé por muitos anos.

— Num dia de sol, os guerreiros da aldeia saíram pra caçar e pescar e só as mulheres e as crianças ficaram. Daí vieram alguns índios de uma tribo rival para atacar a aldeia.

— Maculelê que já estava um rapaz, ouviu as mulheres e crianças gritando, e foi acudi-las. Ele pegou dois bambus que estavam na oca do pajé e saiu para guerrear com os batões nas mãos.

— Maculelê tinha aprendido a luta dos bastões com seus pais africanos. Ele lutou com os índios rivais que não conheciam aquela luta e venceu!

— Quando os índios aimorés voltaram da caçada souberam do acontecido e foram saudar e agradecer a valentia e a proeza de Maculelê.

— Só então Maculelê ficou sabendo que estava curado de sua doença de pele,  e também agradeceu ao pajé.

— A tribo dos aimorés fizeram uma festa para celebrar a vitória e a vida. Eles também pediram ao   Maculelê para ensinar aquela luta de bastões; daí então, juntaram os movimentos guerreiros dos africanos cucumbis com as danças indígenas brasileiras e a esta nova dança deram o nome de:  MACULELÊ!!!

MACULELÊ=Palavra do idioma quicongo makélelè que significa Barulho, algazarra, vozeria.

 *Lenda Recolhida através da Cultura oral brasileira; adaptação da professora Denise Guerra. 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

♫PAPO ROLHA Forever - Show Revival de um Bar Criativo, Eclético, MultiCultural e Performático♫

Nosso Bar, ponto de encontro de músicos e outros artistas, começou em 1985 e durou até 1997, em Marechal Hermes - R.J. Nestes 12 anos as noites de 5ª a domingo eram iluminadas pelo som das vozes e violões dos artistas Xandú (sentado nesta foto) e Rubens Santana (em pé na foto).
♫Rubinho como chamamos nosso violonista, foi o mentor deste revival e ele procurou convidar alguns dos milhares de músicos que passaram por lá. Ao lado do Rubens nesta foto está o Marcos Vasconcelos, um brilhante compositor, que fez uma das músicas mais pedidas no bar e que virou uma espécie de Hino do Papo Rolha: "Inspiração" que foi cantada no show em verso, prosa e coro.
Nosso amigo Xandú, músico, compositor, hoje com sérios problemas de saúde por causa de uma doença renal crônica, é figurinha fácil do youtube com vídeos mostrando suas composições e interpretações. Xandú fez parte da banda Indiana, e do RIO REGGAE. Destaco em especial o vídeo documentário "Uma força para Xandú", que conta a sua história e trajetória musical pelo samba, reggae, ijexá entre outros ritmos afrobrasileiros e conta com a colaboração de quem puder ajudar este músico maravilhoso. Vejam o vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=ECDrFCbFw_s
 O pessoal da percussão também muito presente no bar: ao fundo no centro Vagner na tumbadora e Beto no tamborim. Aqui na frente o Beto das flautas.
♫Na saída do teatro encontramos vários amigos fora a turma que ficou no palco guardando os instrumentos para depois marcarem o ponto aqui fora. Foi muito bom este Revival, melhor ainda é saber que a chama não se apagou. Passaram pelo PAPO ROLHA pessoas famosas como Seu Jorge, a cantora Luíza Dionízio, os músicos do Farofa Carioca e da banda Caixa Preta, JONNY ALF entre outros. Eis a COMANDA que um poeta preparou para este Revival:
PAPO ROLHA
"
Forever" você COMANDA aqui!
Para 2 e muito mais
Bolo de Canções...........................(  )
Abobrinhas existencialistas..............(  )
Fermentações futebolísticas.............(  )
Convivência Etílica.........................(  )
Atitude Cultural.............................(  )
Resistência Artística.......................(  )
Atitude onírica...............................(  )
Atitude política..............................(  )
Fusões Performática.......................(  )

domingo, 17 de outubro de 2010

*Espetáculo 40 + 20 da Cia RUBENS BARBOT na Gamboa - Imperdível!!!




CIA 



RUBENS BARBOT DE TEATRO DE DANÇA

ESPETÁCULO:

40+20

Estréia 15 de outubro de 2010 

Curtíssima temporada

Espaço Cultural Tom Jobim 

 Jardim Botânico

nos dias 16 - 17 - 18 - 19 Outubro

No Galpão da Gamboa

Rua da Gamboa, 279

nos dias 05- 06- 07 - 12- 13- 14 de Novembro


Teatro do SESI

Av. Graça Aranha nº1

nos dias 24- 25- 26- 27 e 28 de Novembro


 O espetáculo marca a passagem  dos 40 anos de 

carreira de Rubens Barbot 

e os 20 da companhia que leva seu nome.
Contatos

Escritório 21 22920647

Gatto Larsen 21 91448624

Wilson Assis 21 83864078


 Enviado pela Cia dos Comuns a quem gradecemos a gentileza!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

*Encontro Pedagógico: CINEMA NEGRO E EDUCAÇÃO*

Imagem: http://vanessalima.artblog.com


PROGRAMAÇÃO


Abertura: Zózimo Bulbul– Centro Afrocarioca de Cinema (15min)
Exibição do curta: "ALMA NO OLHO"  
Mesa redonda 1:MULTICULTURALISMO, AFRICANIDADES E CINEMA (90MIN)
·         Joel  Zito Araujo– cineasta e prof dr
·         Monique Franco  - professora drª -Núcleo Interdisciplinar Resistência e Arte (Nira) Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso - UERJ/FFP
·         Mediadora: Kátia Santos – professora drª  - PACC-UFRJ
Intervalo -
Exibição de curta: " SAMBA NO TREM"
 Mesa redonda 2 :AFROCINEMA, IMAGENS  E EDUCAÇÃO ( 90MIN)
·         Ana Paula Brandão- Canal Futura – Projeto A Cor da Cultura
·         Ana Maria Miguel- TV Escola – Programa Salto para o Futuro
·         Rogério Santana Lourenço  -Pesquisador Independente
·         Mediadora: Azoilda Trindade
Objetivos:
·         Mobilizar professoras/es para o IV Encontro Cinema Negro.
·         Propiciar momento de reflexão de cunho didático pedagógico acerca da imagem das (dos) afrodescendentes e africanas (os) no cinema e na televisão.
·         Refletir acerca da criação do setor educativo do Afrocarioca de cinema
Data: 25 de outubro de 2010
Local: Centro Afro Carioca de Cinema - Rua Joaquim Silva, 40 - Lapa - Rio de Janeiro
Horário: Tarde 13h30 às 18h
 INSCRIÇÕES:
A)     POR EMAIL: afrocarioca.divulgacao@gmail.com
B)     POR TELEFONE: 2508 7371 – 2508 7381 – 85771600(Naira)
 Haverá entrega de certificados de participação e sorteio de um ônibus para uma escola levar  estudantes ao IV Encontro Cinema Negro.
*Coordenação Pedagógica e idealização Azoilda Loretto da Trindade

terça-feira, 12 de outubro de 2010

*FELICIDADES PARA TODAS AS CRIANÇAS!!!*


"O correr das águas, a passagem das nuvens, o brincar das crianças, o sangue nas veias. Esta é a música de Deus." (Hermann Hesse)


IBEJIS

. São divindades gêmeas infantis, é um ORIXÁ duplo e têm seu próprio culto, obrigações, e iniciação dentro do ritual.

Divide-se em masculino e feminino, (gêmeos).
. Os ORIXÁS gêmeos protegem os que ao nascer perderam algum irmão (gêmeo), ou tiveram problemas de parto. Em algumas casas de candomblé são referidos como ERÊS (crianças) que se manifestam após a chegada do ORIXÁ chamado de axé, erês ou axêros.
. A palavra Igbeji que dizer gêmeos e o orixá IBEJI é o único permanentemente duplo. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coexistem, respeitando o princípio básico da dualidade.
. No ALTO CANDOMBLÉ são cultuados como Xangô e ou Oxum crianças.
Os IBEJIS são saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados a ela, também recebem oferendas. Porém na verdade são ORIXÁS independentes dos erês.
. Por serem gêmeos, estão ligados ao princípio da dualidade e de tudo que vai nascer, brotar e criar.
Na África, as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza. Preocupar-se com os sustento das crianças é freqüente entre os povos negros, haja a vista a miséria das cidades africanas e a situação do negro na escravidão e na diáspora.
. Os ORIXÁS IBEJIS são os que indicam a contradição, os opostos que caminham juntos a dualidade de todo o ser humano, mostrando que todas as coisas, em todas as circunstâncias, tem dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, os IBEJIS são indispensáveis em todos os cultos. Merecem o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuados no dia-a-dia. ELES não exigem grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é serem lembrados e cultuados.
. O poder dos IBEJIS jamais pode ser negligenciado, pois o que um orixá faz os IBEJIS podem desfazer, mas o que os IBEJIS fazem nenhum outro ORIXÁ desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade. Existe uma confusão latente entre o Orixá IBEJI e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade.
. O Erê é o intermediário entre a pessoa e seu Orixá, é o aflorar da criança que cada um guarda dentro de si; reside no ponto exato entre a consciência da pessoa e a inconsciência do orixá. É por meio do Erê que o Orixá expressa sua vontade, que o noviço aprende as coisas fundamentais do candomblé, como as danças e os ritos específicos de seu ORIXÁ.
. Os IBEJIS gostam de estar no meio de muita gente, das atividades esportivas, sociais e das festas. Os IBEJIS, na nação Ketu, é o orixá criança. É a divindade da brincadeira, da alegria; sua regência está ligada à infância. Os Ibejis estão presentes em todos os rituais do Candomblé, pois, assim como Exu, se não forem bem cuidados podem atrapalhar os trabalhos com suas brincadeiras infantis, desvirtuando a concentração dos membros de uma Casa de Santo. É o orixá que rege a alegria, a inocência, a ingenuidade da criança. Sua determinação é tomar conta do bebê até a adolescência, independente do orixá que a criança carrega.
. Ibeji é tudo de bom, belo e puro que existe; uma criança pode nos mostrar seu sorriso, sua alegria, sua felicidade, seu engatinhar, falar, seus olhos brilhantes. Na natureza, a beleza do canto dos pássaros, nas evoluções durante o vôo das aves, na beleza e perfume das flores. A criança que temos dentro de nós, as recordações da infância. Feche os olhos e lembre-se de uma felicidade, de uma travessura e você estará vivendo ou revivendo uma lenda desse orixá. Pois tudo aquilo de bom que nos aconteceu em nossa infância, foi regido, gerado e administrado por Ibeji. Portanto, ele já viveu todas as felicidades e travessuras que todos nós, seres humanos, vivemos.

domingo, 10 de outubro de 2010

*OIOBOMÉ A EPOPÉIA DE UMA NAÇÃO - NEI LOPES*

(Texto de divulgação)
 "O escritor e compositor Nei Lopes imagina a trajetória da nação instalada na Ilha de Marajó desde sua fundação, no início do século XIX, até os dias de hoje em seu novo livro Oiobomé (Agir, 224 pp., R$ 34,90). No país que dá nome ao livro, ex-república e hoje uma monarquia constitucional e hereditária (regida pela Constituição de 1953), a taxa de analfabetismo é nula, sua moeda permanece estável há anos, os vícios em álcool e em tabaco foram erradicados há mais de duas décadas, o último crime ? o furto de um livro ? foi em 1942 e a união entre pessoas do mesmo sexo é amparada e reconhecida pela lei. Recentemente, o país, o mais desenvolvido das Américas descobriu a cura para o câncer e para a AIDS. Oiobomé é democrático, igualitário e justo. Oiobomé não existe. O livro é um ensaio sobre utopia, democracia, ufanismo e preservação da identidade cultural".

*Livro: OIÓBOMÉ A EPOPÉIA DE UMA NAÇÃO
*Autor: NEI LOPES
*Editora: AGIR
*Ano: 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

*CALENDÁRIO NEGRO DE OUTUBRO*

01 - Independência da Nigéria, África (1960)
01 - Os militares expulsam o presidente constitucional do Haiti, Aristide, e começa um massacre de centenas de haitianos (1991)
02 - Independência da Guiné, África (1958)
02 - A Polícia Militar, em São Paulo, invade o presídio do Carandiru para sedar uma rebelião e mata 111 presos. Mais 110 ficaram feridos. Muitos morreram com tiros nas costas ou em suas celas. (1992)
05 - São Benedito, o negro. Seus pais foram escravos na Sicília, Itália. Mesmo analfabeto, foi eleito mestre dos noviços, superior do convento, devido a sua capacidade de acolhimento. (1589)
07 Dia de Nossa Senhora do Rosário, patrona dos negros
07 - Pio II censura oficialmente a escravidão dos africanos (1462)
07 - Nascimento de Desmond Tutu, arcebispo negro sul-africano, prêmio Nobel da Paz (1931)
08 - Nasce José do Patrocínio, líder abolicionista, filho da negra Justina do Espírito Santo na cidade de Campos, Rio de Janeiro (1853)
09 - Nascimento, em São Paulo, do poeta, ensaísta e crítico Mário de Andrade, de ascendência afro nem sempre lembrada (1893)
09 - Independência da Uganda (1962)
10 - Morre Daniel Comboni, primeiro bispo de Cartum (Sudão – África, 2001)
10 - Morre Francisco Lucrécio, Secretário da Frente Negra Brasileira, em São Paulo
11 - Nascimento do compositor e cantor Agenor de Oliveira, o Cartola (1908)
11 - Nasce, em São Luís do Maranhão, a romancista negra Maria Firmina dos Reis (1825)
12 - Começa a devoção a Nossa Senhora Aparecida, quilombola negra, padroeira do Brasil (1717) - Padroeira dos Afro-brasileiros.
12 - DIA DA RAÇA
12 - Simon Kimbangu, do Zaire, fundador da Igreja Kimbanguista Independente (1951)
12 - Independência da Guiné Equatorial. 13/10/1944 
12 - É fundado o Teatro Experimental do Negro no Rio de Janeiro (1968)
13 - O escritor egípcio Naguib Mahfuz recebe o Prêmio Nobel da Literatura (1988)
14 - Martin Luther King Jr. recebe o Prêmio Nobel da Paz (1964)
15 - Walter Sisulu, líder do Congresso Nacional Africano (ANC), é libertado após 25 anos de prisão (1989)
16 - Wole Soyinka torna-se o primeiro africano a receber o Prêmio Nobel de Literatura (1986)
16 - O bispo Demond Tutu, líder na luta anti-apartheid na África do Sul, recebe o Prêmio Nobel da Paz (1984)
19 - O irreverente jornalista e romancista negro, Lima Barreto, vê sua obra "Triste fim de Policarpo Quaresma", publicada como folhetim no jornal o Comércio, do Rio (1911)
21 - A Organização da União Africana (OUA) assina a Carta dos Diretos do Homem e dos Povos (1986)
24 - Independência da Zâmbia (1964)
24 - Nascimento de Esmeralda Ribeiro, poeta e uma das coordenadoras do Quilombhoje (1958)
24 - Nascimento do poeta e jornalista Oswaldo de Camargo, co -fundador do Quilombhoje (1936)
25 - O marechal Deodoro da Fonseca, presidente do Clube Militar, apresenta uma petição à Princesa Isabel para que poupasse o Exército de "humilhante tarefa" de perseguir escravos fugidos (1887)
26 - Dia Nacional da Juventude
28 - Procissão do Cristo Negro dos Milagres em Lima (Peru), segundo a tradição afro-peruana.
30 - Começa a circular no Rio de Janeiro o Jornal da Sociedade Brasileira Contra a Escravidão (1880)
31 - Surge a primeira comunidade negra na América Latina que não sofreu a escravidão, em Esmeraldas, Equador. Seu líder foi Alonso de Illescas (1553)
31 - Começa a luta pela Independência da Argélia (1954)

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫
♫VIOLÃO * CAVAQUINHO * GUITARRA * BAIXO * FLAUTA * SAXOFONE * TROMPETE * TROMBONE * CLARINETE * GAITA * PIANO * TECLADO * CANTO * BATERIA * PERCUSSÃO GERAL♫ RUA IGARATÁ, Nº566 - MARECHAL HERMES - Rio de Janeiro* TEL(S):3456-1510/8133-3559* www.empentagrama.kit.net

*Registrado no Creative Commons*

Licença Creative Commons
Afro-Corporeidade e Africanidades de Denise Guerra dos Santos é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
Based on a work at afrocorporeidade.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://afrocorporeidade.blogspot.com.

*FRUTOS DA DIÁSPORA AFRICANA*

*ACESSE http://www.africaeafricanidades.com.br*

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*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*

*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*
*Frase do Livro "Feijoada no Paraíso" Besouro*
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♫SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS♫

  • *CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ª edição. Belo Horizonte: Itatiaia, 1988.
  • *COSTA, Clarice Moura. O Despertar para o outro: Musicoterapia. São Paulo: Summus Editorial, 1989.
  • * FREGTMAN, Carlos Daniel. Corpo, Música e Terapia. São Paulo: Editora Cultrix Ltda,1989.
  • *EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
  • * FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
  • *HOBSBAWN, Eric J. História Social do Jazz. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
  • *LOPES, Nei. Bantos, Malês e Identidade Negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
  • *_________. Dicionário Escolar Afro-Brasileiro. São Paulo: Selo Negro, 2006.
  • *_________. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.
  • *_________. O Negro no Rio de Janeiro e sua Tradição Musical: Partido Alto, Calango, Chula e outras Cantorias. Rio de Janeiro: Pallas, 1992.
  • PEREIRA, José Maria Nunes. África um Novo Olhar. Rio de Janeiro: CEAP, 2006.
  • *RAMOS, Arthur. O Folclore Negro do Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  • *ROCHA, Rosa M. de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro: Uma proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano escolar. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2006.
  • *___________. Educação das Relações Étnico-Raciais: Pensando referenciais para a organização da prática pedagógica. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.
  • *ROSA, Sônia. CAPOEIRA(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *__________. JONGO(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *___________. MARACATU(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *SANTOS, Inaicyra Falcão. Corpo e Ancestralidade: Uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
  • *SODRÉ, Muniz. Samba o Dono do Corpo. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
  • TINHORÃO, José Ramos. Música Popular Brasileira de Índios, Negros e Mestiços.RJ: Vozes, 1975.
  • _________ Os sons dos negros no Brasil. São Paulo: Art Editora, 1988.