♫AMIGOS DO AFRO CORPOREIDADE♫

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

♫Participei do Curso *Abordagem Orff e as Tradições Africanas: Música, Dança e Educação Musical Multicultural (Orff-Afrique)* profº Kofi Gbolonyo de Gana♫

*Aqui com minha amiga musicoterapeuta Benita Michahelles e o profº ganense Kofi* 
*Dançando e cantando com o profº Kofi*
*Tocando e cantando com os colegas de curso sob a regência do profº Kofi*
*Tocando com a minha querida profª musicoterapeuta Marly Chagas e o profº kofi*
*Com o grupo de trabalho improvisando numa música folclórica ganense com copos plásticos*
*A turma reunida no final de um curso muito proveitoso! No detalhe de uma foto cheia de pessoas especiais à direita de calça cinza e blusa escura a profª Cecília Conde, reponsável pela criação do 1º curso de musicoterapia do Brasil aqui no CBM - RJ. Do meu lado direito a profª Azoilda Loretto da UERJ. Não daria para falar de todas as estrelas desta foto mas, ressalto ainda a figura do Eduardo Destord regente do coral Yun Asé Orin sentado à esquerda do profº Kofi. Aos demais colegas peço desculpas por não poder citar todos os nomes mas, deixo meus sinceros agradecimentos por todas as doações e trocas! *

O curso o qual participei teve por nome: Abordagem Orff e as tradições africanas: Música, dança e educação musical multicultural (Orff-Afrique). 
Professor Kofi Gbolonyo (Gana)- 19 a 21 de janeiro de 2011

"Toque a dança, cante o tambor, dance a canção" - Oportunidade única de vivenciar a abordagem Orff-Afrique de educação musical durante três dias com o professor ganense Kofi, numa paisagem paradisíaca da região serrana do Rio de Janeiro, aproximando diversidade cultural (multicultura), música africana, teoria e performance. Tópicos:
·         Orff-Afrique e a poliritimia africana: a arte rítmica de tocar.
·         A “arte de jogar” do Orff-Afrique: jogos e canções infantis do oeste africano.
·         Música e danças tradicionais do oeste africano.
·         Repertórios para coro tradicionais da África

Público alvo: professores de música, instrumentistas, cantores, atores, dançarinos, etnomusicólogos, alunos de música e todos os interessados em educação musical.
Carga Horária: 21 horas
Horário: 9h às 17h

Queridos amigos e leitores, o Método de Carl Orff, um professor alemão, foi criado para o ensino da música desde a infância incluindo-se os diversos elementos de produção músico-corporal que o homem pode utilizar: dançar, cantar, tocar, expressar. Com formação no método Orff, o professor Kofi adaptou as vivências da cultura africana relacionando  o que é natural da África ao que se processou como método europeu. Selecionou então, um repertório rico, diverso, criativo e mágico nos levando ao encontro também das nossas raízes afro-brasileiras. Foram três dias de muita construção do eu, de contato com a ancestralidade, de trocas expressivas com os participantes! Adoramos! Valeu professor Kofi Gbolonyo! Denise Guerra.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

♫IV FESTIVAL DE MÚSICA, DANÇA E CULTURA AFRO-BRASILEIRAS - de 25 a 30 de Janeiro de 2011 - SESC GINÁSTICO - Rio de Janeiro♫




Reforçando os objetivos propostos em suas três primeiras edições, o Festival de Música, Dança e Cultura Afro-brasileiraspretende contribuir para a promoção da cultura de raiz afro-brasileira, dando continuidade aos debates sobre integração racial no Brasil de hoje. O projeto irá apresentar, mais uma vez, um Seminário, espetáculos de música e dança e oficinas culturais, que darão ao público carioca uma mostra da herança cultural que o povo de origem africana legou a nosso país.
O Festival de Música, Dança e Cultura Afro-brasileiras será realizado em janeiro de 2011, com ENTRADA FRANCA para todos os eventos. Espera-se que, com o sucesso também de sua quarta edição, o Festival de Música, Dança e Cultura Afro-brasileiras se consolide como o maior festival do gênero na cidade do Rio e entre definitivamente para o nosso calendário cultural.
O Festival Afro, como nas edições anteriores, é composto de três eventos integrados:
  • IV Seminário “Inserção e Realidade”

    Com o objetivo de discutir a história, a cultura e a realidade dos cidadãos afro-descendentes em nossa sociedade, será realizado o Seminário Inserção e Realidade, no auditório da Academia Brasileira de Letras, no Centro, que terá a participação de jornalistas, pesquisadores, personalidades da cultura afro-brasileira e público interessado. O seminário, que terá três mesas-redondas, será coordenado pelo ator e diretor Milton Gonçalves e irá enfocar temas significativos e atuais no contexto da cultura afro-brasileira.
  • Espetáculos de Música e Dança

    O Festival Afro terá apresentações de doze grupos musicais, autênticos representantes da diversidade cultural afro-brasileira, representada por ritmos como samba, jongo, congadas, lundu, afoxé e muitos outros. A direção artística dos espetáculos será do escritor e produtor musical Haroldo Costa, uma das maiores autoridades em matéria de música e cultura afro-brasileira. As apresentações de música e dança serão realizadas no Teatro SESC Ginástico, no Centro, de 27 a 30 de janeiro de 2011, sempre a partir das 19h
  • Oficinas Culturais

    Como em suas edições anteriores, as oficinas culturais que serão oferecidas no Festival Afro têm o objetivo de promover a aproximação e a interação entre artistas e o público. Nelas, os artistas convidados falarão sobre suas origens, sua cultura e suas influências, além de divulgar o seu trabalho e interagir com o público presente, que poderá participar de “aulas” de música, dança, percussão, pintura, artesanato e outras. As oficinas serão realizadas de 27 a 30 de janeiro de 2011, nos jardins do Museu da República, no Catete.
O projeto Festival de Música, Dança e Cultura Afro-brasileiras pretende divulgar para todo o Brasil a noção de uma raça “brasileira”, fruto do pluralismo e da miscigenação, além de popularizar a cultura e as manifestações artísticas nascidas da fundamental contribuição cultural que o povo africano legou ao nosso país.

Um belíssimo programa Cultural com direito a:

*SEMINÁRIOS de 25 a 27/01 as 17h
*O Negro na Literatura
*Repensando o Negro
*O Negro e as artes cênicas

*OFICINAS de 27 a 30/01 de 11 as 17h
*Percussão Afro-nordestina
*Dança Afro
*Cerâmica negra
*Tambores e tradição mineira
*Capoeira
*Fabricação de instrumentos musicais
*Roda de Brincantes festeiros
*Dança dos Orixás
*Sonoridades e cantos afro-brasileiros

*SHOWS de 27 a 30/01 das 19 as 21h
*Cia Étnica de Dança Carmem Luz
*Caixa Preta (Jongo)
*Zé Renato
*Orquestra de Tambores
*Luíza Dionízio
*Maurício Tizumba 
*Tambolelê
*Nilze Carvalho
*João Bosco
*Grupo de Arte Ilê Ofé
*Gabriel Moura
*Carioca Samba Jazz

sábado, 15 de janeiro de 2011

*IDENTIDADE*

( Mia Couto - escritor moçambicano)
Preciso ser um outro 


para ser eu mesmo 

Sou grão de rocha 
Sou o vento que a desgasta 

Sou pólen sem insecto 

Sou areia sustentando 
o sexo das árvores 

Existo onde me desconheço 
aguardando pelo meu passado 
ansiando a esperança do futuro 

No mundo que combato morro 
no mundo por que luto nasço 

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

*A Versatilidade do Músico Brasileiro - Conheçam o Percussionista Reinaldo Pestana*

*Neste Sábado 15/01, Reinaldo Pestana estará se apresentando com a banda Alternatilha que faz um trabalho com os estilos Pop e Soul. Vale apena conferir! ALTERNATILHA: MARIANE GUERRA - VOZ E VIOLAO -GUGA LEAO - BAIXO - PESTANA - BATERIA*


VIDEOS:

QUARTETO DE SAMBA DE RAIZ(SAMBA DE 1º).
SAMBA DE 1º


TRIO DE POP E SOUL.(TRIO ALTERNATILHA).
TRIO ALTERNATILHA!
BANDA DE FLASH BACK.(BANDA FAÇA O CERTO)
BANDA FAÇA O CERTO!
TRIO DE FORRO.(TRIO FORRO A TRES)
TRIO FORRO A TRES!
TRIO DE BLUES(TRIO BLUES BRASIL)
TRIO BLUES BRASIL!
TRIO DE JAZZ(TRIO IRAJAZZ)
TRIO IRAJAZZ!
TRIO DE CHORO.(TRIO CHORO NOVO)

*SITE E CONTATO PARA SHOWS:

*Enviado pelo músico Reinaldo Pestana através de email*

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

♫Notícias do II Festival de Jazz do Rio na Sala Baden Powell♫

*No destaque o belíssimo Trumpete de Vander Nascimento acompanhado pela Jazz Brasil Ensemble 

Oi pessoal, ontem tive o prazer de assistir mais uma das noites de Jazz oferecidas pela sala Baden  Powell.  A noite de ontem ficou por conta da Jazz Brasil Ensemble com a participação especialíssima do trumpetista Vander Nascimento. O Festival de Jazz está o máximo, com tudo de bom que a música instrumental brasileira e a casa do nosso querido Baden Powell pode oferecer. Não deixem de assistir, a programação está aqui neste blog na postagem do dia 05/01/2011. Para quem quer curtir um pouco deste trabalho do Vander Nascimento com a Jazz Brasil Ensemble é só clicar aqui:

O festival de Jazz vai até o dia 30/01/2011, sempre as 20horas.
O Endereço da Sala Baden Powell é Av. N.S. de Copacabana, nº 429- Rio de Janeiro
Entrada R$30,00 inteira e R$15,00 com flyer

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

*"O Preconceito Nunca se Apresenta Claramente" Diz o Primeiro Embaixador Negro do Brasil*

Embaixador Benedicto Fonseca Filho, na escadaria do Itamaraty, em Brasília
*Bendicto Fonseca Filho, Carioca, 47 anos, Primeiro Embaixador Negro do Brasil* Foto Sérgio Lima da Folhapress*

DEPOIMENTO A JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA

Meu pai foi agente de portaria, um contínuo (...) O preconceito nunca se apresenta claramente. No campo das relações humanas, você nota reação positiva ou negativa (...) É preciso que haja ações afirmativas (...) Eu não me beneficiei de nenhuma política. Na minha época, isso não havia.
Filho de um contínuo, Benedicto Fonseca Filho, 47, foi promovido em dezembro a embaixador, o primeiro negro de carreira. E o mais jovem. Passou por Buenos Aires, Tel Aviv e Nova York. Vai chefiar o departamento de Ciência e Tecnologia. Ele declara orgulho de ser negro e filho de pais humildes que o educaram para chegar ao topo na casa mais aristocrática do país.
Nasci no Rio, em 1963. Mudei para Brasília em 1970 porque meu pai veio ser funcionário do Itamaraty. Ele foi agente de portaria, que é um contínuo. Quando eu tinha nove anos, toda a família foi para a [antiga] Checoslováquia [no leste europeu], quando meu pai foi removido para Praga por três anos.


Sergio Lima/Folhapress
Embaixador Benedicto Fonseca Filho, na escadaria do Itamaraty, em Brasília

Naquele tempo, todos os funcionários das embaixadas eram de carreira. Hoje, esses são terceirizados. Foi essa experiência internacional que me despertou o interesse pelo Itamaraty. Talvez por ter estudado em escolas internacionais, na escola francesa e na americana.
Meu pai e minha mãe, na sua humildade, nunca pouparam esforços para nos proporcionar as melhores condições de estudo.
Hoje, meu pai tem 84 anos, já é aposentado há 14. Minha maior satisfação foi eu ser promovido com ele ainda vivo. Ele ficou tão ou mais contente do que eu.
Fiz o concurso [do Itamaraty] em 1985 e entrei de primeira, aos 22 anos. Quando saiu a lista dos aprovados, um jornal de Brasília fez uma matéria que dizia: "Mulher e negro passam em primeiro lugar no Rio Branco". A mulher foi o primeiro lugar e eu, o segundo.
Vinte e cinco anos depois, uma mulher passar em primeiro lugar já não causa tanto espanto. Naquela época, tinha só uma mulher embaixadora.
Hoje, são várias mulheres embaixadoras, acho que 20, ocupando postos importantes. Talvez chame muito mais atenção quando um negro ascende na carreira do que uma mulher.
Em relação à diversidade racial já avançamos muito, mas ainda temos muito que avançar. Houve um olhar para essa questão na gestão do ministro Celso Amorim. 

PRECONCEITO
O preconceito nunca se apresenta claramente. No campo das relações humanas, você nota reação positiva ou negativa das pessoas.
Mas seria leviano dizer que eu experimentei uma situação que pudesse identificar como preconceito [no Itamaraty]. Nunca houve.
Me lembro de um caso [de reação positiva]. A primeira vez que fui à ONU em 2004, um colega do Caribe me chamou no canto para dizer que pela primeira vez via um diplomata negro na delegação brasileira.
Ele enfatizou: "It's the first time ever, ever. We are proud" [É a primeira vez. Estamos orgulhosos].
Eu faço um paralelo com os EUA, que tiveram um sistema de cotas importante para criar uma classe média negra que se autossustenta, que agora pode seguir em frente sem a necessidade de políticas diferenciadas.
No Brasil, as cotas das universidades vão produzir uma diversidade salutar. 

COTAS NO ITAMARATY
É preciso haver políticas de ação afirmativa. No ministério, damos bolsas para proporcionar condições financeiras adequadas para que os afrodescendentes se preparem, o que tem tido um resultado muito positivo.
O objetivo é dar condições para pessoas que têm talento. Algumas vezes é visto como se estivessem recebendo um privilégio. Temos o cuidado de preservar as condições de preparação.
Eu não me beneficiei de nenhuma política. Na época, não havia. Mas olhando retrospectivamente, creio que me beneficiei de certas circunstâncias.
Tive oportunidades que raramente os negros têm. Morei no exterior, estudei idiomas com a ajuda do Itamaraty, porque ajudavam nos estudos dos filhos dos funcionários.
Os críticos das cotas têm uma contribuição que não é irrelevante. Eles dizem que, cientificamente, não há raças, não há diferenças entre brancos e negros.
É uma desmistificação para quem acha que há diferenças intrínsecas. Mas há uma falha no argumento. Do ponto de vista humano e das relações sociais, existem diferenças.
Basta ver os índices sociais, condições de saúde e de moradia para ver que existe um problema. Isso não é tratado de maneira séria e aprofundada [pelos críticos].
Nosso país tem muitos passivos. A preocupação social e racial tem que andar lado a lado. Ou deixamos as coisas acontecerem, ou tentamos uma intervenção. O assunto não pode ser jogado para debaixo do tapete. 

ÁFRICA
Nos últimos anos, houve uma preocupação de diversificar as relações externas, ter um olhar novo não só em relação à África. Resgatar elementos de nossa identidade, cultura e sociedade.
Mas também avançamos na área comercial, levando em conta nosso interesse econômico. Tenho orgulho de ser negro. Faz parte da minha identidade. E de ser brasileiro. Mais do que isso, tenho orgulho de ser filho dos meus pais.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

♫ II FESTIVAL de JAZZ do RIO - Sala Baden Powell de 05 a 30 de Janeiro - 20h♫




Fonte:
http://www.clubedejazz.com.br/jazzb/index.php

*Morreu, em Portugal, o pintor moçambicano Malangatana*

O BEIJO - Malangatana  Ngwenya Valente
(06.06.1936 - 05.01.2011)



Artista plástico moçambicano, distinguido internacionalmente, além da pintura fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura.
Lisboa - O pintor moçambicano Malangatana morreu, nesta quarta-feira (5), aos 74 anos, no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, cidade do norte de Portugal, vítima de doença prolongada. O pintor encontrava-se internado há vários dias naquele estabelecimento.


Artista plástico moçambicano, distinguido internacionalmente, além da pintura fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura. As suas obras estão presentes em museus e colecções particulares de vários países, desde Portugal, Angola, Moçambique e Brasil, à Índia, Cabo Verde, Nigéria, Bulgária, Suíça, Estados Unidos e Uruguai, entre outros.


Malangatana foi também poeta, actor, músico e bailarino, organizou festivais, criou o Museu Nacional de Arte de Moçambique, e colaborou com a UNICEF. Em 1997, foi nomeado artista Unesco para a paz.

Valente Malangatana nasceu em Matalana, em 1936. Estudou na Escola da Missão Suiça de Matalana e na Escola da Missão Católica de Ntsindya, em Bulaze. Depois de obter o diploma da 3ª classe foi para Lourenço Marques (Maputo), a capital de Moçambique, então colónia portuguesa.

Em 1958 frequentou o Núcleo de Arte onde conheceu o pintor Zé Júlio, que o apoia. Em 1961 efectou a sua primeira exposição individual. Em 1971 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbekian, de Portugal,em gravura e cerâmica. 

Entre outras condecorações, Malangatana foi disitinguido com a Medalha Nachingwea pela contribuição dada à cultura moçambicana e em Portugal recebeu a Ordem do Infante D. Henrique. 

Museus e colecções

As obras de Malangantana estão prseentes em museus, galerias e colecções particulares de diversos países. A arte de Malangatana pode ser vista no M'Bari de Oshogbo, Nigéria, no Museu de Arte Contemporânea de Lisboa, no Museu Nacional de Luanda, na National Gallery of Comtamporany Art de Nova Deli, na National Art Gallery de Harare, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, na colecção do Partido Comunista Português, no Museu Nacional de Arte de Moçambique.

Exposições

Algumas Exposições Individuais

1961 - Edifício das Associações Económicas, Lourenço Marques.
1985 - Atelier de António Inverno, Lisboa. Desenho na Galeria Almadanada, Almada.
1986 - II Bienal de Havana. Exposição retrospectiva, Museu Nacional de Arte - 25 anos do artista/50 anos de idade, Maputo. Exposição retrospectiva, Leipzig, Chiverine e Berlim.
1987 - Exposição retrospectiva, Sófia. Exposição retrospectiva, Palais Palphy e AAIC, Viena.
1989 - Grenwich Citizens Gallery, Londres. Exposição retrospectiva, Sociedade Nacional de Belas- Artes, Lisboa. Worlds Maaimat 90, Jaensun, Finlândia.

Algumas Exposições Colectivas

1961 - "Imagination 61", Universidade do Cabo, África do Sul.
1985 - "10º Aniversário da República Popular de Moçambique", Casa dos Bicos, Beira e Núcleo de Arte, Maputo. "Artistas do Mundo contra o Apartheid", Roissy-Ch. de Gaule e La Maison de L'Etranger, Marselha. "Hommage aux Femmes", Berlim.
1986 - Semana de Moçambique, Roma. Exposição colectiva de Paço D'Arcos.
1987 - Semana Cultural de Moçambique, Estocolmo.
1989 - Aniversário da OUA, Maputo. Aniversário da ONJ, Maputo. 5º Congresso do Partido Frelimo, Maputo. "Amor e Arte", Maputo. "Encontro de Escritores de Língua Portuguesa".

Alguns Prémios

1959 - Menção honrosa no I Concurso de Artes Plásticas de Moçambique, Associação dos Naturais de Moçambique, com "Mulher na Cidade". 1962 - 1º Prémio de Pintura "Comemorações de Lourenço Marques", com "A Humaninade". 1968 - 2º Prémio de Pintura (ex-aequo" "Comemorações do 24 de Julho", com "Última Ceia". 1970 - Diploma e Medalha de Prata como Membro "Honoris Causa" da Academia Tomase Campanella de Artes e Ciência. 1971 - Bolseiro em Lisboa da Fundação Calouste Gulbenkian, em cerâmica e gravura. 1982 - Artista convidado para "Artistas do Mundo contra o Apartheid", das Nações Unidas. 1984 - Medalha Nachingwea, pela contribuição dada à Cultura Moçambicana. 1985 - Artista convidado para presidir ao júri da National Annual Art Exhibition os Zimbabwe. 1989 - Prémio de Artes Plásticas atribuído pela secção Portuguesa da Assocition International des Critiques d'Art (AICA-SEC).


Descanse em Paz!

domingo, 2 de janeiro de 2011

*ISLÃ - Exposição no CCBB - Rio de Janeiro - Brasil*

Nem sempre a palavra Islã povoa o imaginário ocidental de forma positiva. Mas pouca gente conhece de fato a tradição islâmica, que se propagou desde o século VII e, mesmo com uma origem comum, ganha contornos distintos mundo afora. O Rio tem a chance de se aproximar dessa cultura na exposição "Islã", que se encontra no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com curadoria de Rodolfo Athayde e Daniel Farah. Em cerca de 300 obras, a mostra abarca 13 séculos de arte islâmica, do VIII ao início do XX, com peças de coleções de importantes instituições da Síria, como o Museu Nacional de Damasco, e do Irã, como o Museu Reza Abassi, em Teerã, além de obras do Acervo Casa das Áfricas e da Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul - Países Árabes, em São Paulo. Como a parte centro norte da África é permeada pela cultura islâmica, fui ver de perto o que há de história antiga e contemporânea contadas nesta rica exposição. Achei muito densa, bonita e também pesada, mas, valeu muito apena tê-la visitado!

ISLÃ
Ilha de lá
De lã aramada, farpada, 
Embalada no fúnebre
Pano de fundo preto
Pares de olhos
Que fitam frestas
Becas indumentárias
Becos saídos às escuras
Voyers do próprio mundo
*
Denise Guerra
*

CENTRO CULTURAL DO BANCO DO BRASIL
Rua Primeiro de Março, nº66 - Centro - Rio de Janeiro - Brasil.

Fonte:

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫
♫VIOLÃO * CAVAQUINHO * GUITARRA * BAIXO * FLAUTA * SAXOFONE * TROMPETE * TROMBONE * CLARINETE * GAITA * PIANO * TECLADO * CANTO * BATERIA * PERCUSSÃO GERAL♫ RUA IGARATÁ, Nº566 - MARECHAL HERMES - Rio de Janeiro* TEL(S):3456-1510/8133-3559* www.empentagrama.kit.net

*Registrado no Creative Commons*

Licença Creative Commons
Afro-Corporeidade e Africanidades de Denise Guerra dos Santos é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
Based on a work at afrocorporeidade.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://afrocorporeidade.blogspot.com.

*FRUTOS DA DIÁSPORA AFRICANA*

*ACESSE http://www.africaeafricanidades.com.br*

*ACESSE  http://www.africaeafricanidades.com.br*

*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*

*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*
*Frase do Livro "Feijoada no Paraíso" Besouro*
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♫SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS♫

  • *CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ª edição. Belo Horizonte: Itatiaia, 1988.
  • *COSTA, Clarice Moura. O Despertar para o outro: Musicoterapia. São Paulo: Summus Editorial, 1989.
  • * FREGTMAN, Carlos Daniel. Corpo, Música e Terapia. São Paulo: Editora Cultrix Ltda,1989.
  • *EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
  • * FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
  • *HOBSBAWN, Eric J. História Social do Jazz. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
  • *LOPES, Nei. Bantos, Malês e Identidade Negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
  • *_________. Dicionário Escolar Afro-Brasileiro. São Paulo: Selo Negro, 2006.
  • *_________. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.
  • *_________. O Negro no Rio de Janeiro e sua Tradição Musical: Partido Alto, Calango, Chula e outras Cantorias. Rio de Janeiro: Pallas, 1992.
  • PEREIRA, José Maria Nunes. África um Novo Olhar. Rio de Janeiro: CEAP, 2006.
  • *RAMOS, Arthur. O Folclore Negro do Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  • *ROCHA, Rosa M. de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro: Uma proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano escolar. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2006.
  • *___________. Educação das Relações Étnico-Raciais: Pensando referenciais para a organização da prática pedagógica. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.
  • *ROSA, Sônia. CAPOEIRA(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *__________. JONGO(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *___________. MARACATU(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *SANTOS, Inaicyra Falcão. Corpo e Ancestralidade: Uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
  • *SODRÉ, Muniz. Samba o Dono do Corpo. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
  • TINHORÃO, José Ramos. Música Popular Brasileira de Índios, Negros e Mestiços.RJ: Vozes, 1975.
  • _________ Os sons dos negros no Brasil. São Paulo: Art Editora, 1988.