♫AMIGOS DO AFRO CORPOREIDADE♫

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

♫O Cine Negro Sankofa Apresenta: "EU SOU POVO" Documentário sobre a GRANES QUILOMBO e seu ilustre sambista CANDEIA♫ 30/09/09 - 18:45h na UERJ♫


♫EU SOU POVO - FILME DE Bruno Barcelar, Luís Fernando Couto e Regina Rocha♫

*Evento Gratuito*
*Debate Após A Sessão com o Bruno Barcelar e Paulinho da Quilombo*


Documentário Sobre Antônio Candeia Filho (17/08/35 - 16/11/78), Mais Conhecido Como Compositor Candeia Em Sua Tragetória De Luta Pela Resistência Cultural Representada Pela Criação Da "Grêmio Recreativo De Arte Negra Escola De Samba QUILOMBO".
*EU SOU POVO é Baseado Em Uma Série De Entrevistas e Testemunhos Daqueles Que Viveram E Construíram Os Ideais De Valorização Da Identidade Cultural Negra Através Do Samba*
*UERJ-Rio- Rua São Francisco Xavier 524, auditorio 111, 11º andar - Maracanã.
*Dia 30/09/09
*Hora: 18:45*
*Flyer gentilmente enviado pelo Coletivo Sankofa através de Email*

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

*Reapresentação da Campanha Fotográfica pelo Fotógrafo e Curador Walter Firmo e Emanoel Araújo, Diretor do Museu Afro Brasil- Até 30/09/09 -Participe!

*VÍDEO ÁFRICA EM NÓS*

*A Campanha Fotográfica Terminará em 30/09/09!*

video

*AINDA DÁ TEMPO DE PARTICIPAR!*

*ACESSE O SITE!*


*Realização Assessoria de Cultura para Gêneros e
Etnias da Secretaria de Estado de São Paulo*

http://www.africaemnos.com.br/
http://www.youtube.com/watch?v=nJzyUJuSQr8

terça-feira, 15 de setembro de 2009

♫Cântico À Africanidade Brasileira: "HINO À NEGRITUDE", Composto Pelo Poeta e Professor Eduardo de Oliveira - Foi Oficializado♫

♫Cântico À Africanidade Brasileira Apresentado No Congresso Nacional Há 42 Anos Foi Aprovado Pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, nesta quinta-feira (10/09/2009), passando a ser oficializado em todo o território nacional o "Hino à Negritude", composto pelo poeta e professor Eduardo de Oliveira.


A medida - proposta pelo deputado Vicentinho (PT-SP) no Projeto de Lei 2445/07 - foi aprovada em caráter conclusivo. Já aprovado pela Comissão de Educação e Cultura, o projeto segue para análise do Senado. Foi aprovado o parecer do relator, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), favorável ao projeto e à emenda da Comissão de Educação que suprime a exigência de execução do hino em todas as solenidades dirigidas à raça negra.O deputado Vicentinho explica que o objetivo do projeto é favorecer o reconhecimento da trajetória do negro na formação da sociedade brasileira. "Não temos ainda símbolos que enalteçam e registrem este sentimento de fraternidade entre as diversas etnias que compõem a base da população brasileira", afirma o autor da proposição.
Leia abaixo a letra do "Hino à Negritude", de autoria do professor Eduardo de Oliveira:
I
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil
É uma imagem de luz
Que em verdade traduz
A história do negro no Brasil
Este povo em passadas intrépidas
Entre os povos valentes se impôs
Com a fúria dos leões
Rebentando grilhões
Aos tiranos se contrapôs
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
II
Levantado no topo dos séculos
Mil batalhas viris sustentou
Este povo imortalQue não encontra rival
Na trilha que o amor lhe destinou
Belo e forte na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz
Brasileiro de escol
Luta de sol a sol
Para o bem de nosso país
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
III
Dos Palmares os feitos históricos
São exemplos da eterna lição
Que no solo Tupi
Nos legara Zumbi
Sonhando com a libertação
Sendo filho também da Mãe-África
Arunda dos deuses da paz
No Brasil, este Axé
Que nos mantém de pé
Vem da força dos Orixás
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
IV
Que saibamos guardar estes símbolos
De um passado de heróico labor
Todos numa só voz
Bradam nossos avós
Viver é lutar com destemor
Para frente marchemos impávidos
Que a vitória nos há de sorrir
Cidadãs, cidadãos
Somos todos irmãos
Conquistando o melhor por vir
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez(bis)
*Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

♫Coro Luther King Apresenta ''Afrocantos'':A Missa Luba e Cantos Tradicionais Africanos - 13/09/2009 - 11h♫

Cantos africanos e afro-brasileiros acompanhados de tambores originais africanos e de percussão brasileira. Um encontro de culturas, religiões e tradições com o pano de fundo musical da ''Missa Luba'', composição dos anos 60, originária do Congo, que se baseia nas partes cantadas da missa cristã em latim como tapete para a percussão dos mágicos tambores da Guiné - o Djembe, o Dumdum e seus companheiros. A Missa Luba é a primeira obra musical verdadeiramente sincrética do ''ritual'' africano, exemplo típico de criação coletiva, baseada em cantos tradicionais congoleses. Para este concerto, a Rede Cultural Luther King, apresenta uma versão da Missa Luba que agrega as três principais religiões da África e da América: cristã, muçulmana e a tradicional animista, acrescida de cantos rituais do Kenya, &Aacut e;frica do Sul, e pérolas do repertório afro-brasileiro.


*Solista: Mouna Amari (Tunísia) Com Ivan Vilela e sua viola caipira Djembedon *

*Tambores Africanos Participação especial Fabiana Cozza *

*Regência: Martinho Lutero Galati *

*Participação Especial de Mouna Amari - cantora, compositora e alaudista muçulmana residente na Tunísia - uma das mais importantes instrumentistas de LUD: o pai de todos os instrumentistas de cordas dedilhadas do ocidente.*

*Participam também Ivan Vilela e sua Viola caipira, Fabiana Cozza - jovem cantora, revelação do cenário musical, com importante trabalho na interpretação de todos os gêneros afro-brasileiros, Douglas Felis - Derbak. *

*Um grupo de percussionistas africanos e brasileiros, o Djembedon.*

*Coro Luther King com 80 vozes.*


*Local: Auditório Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 2 (Administração), Vila Mariana.Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada).

*Enviado gentilmente por email pelo Boletim Casa das Áfricas*

terça-feira, 8 de setembro de 2009

♫Compartilhando Boa Notícia: HOMENAGEM À CLEMENTINA DE JESUS! No Centro Municipal de Referência da Música Carioca 11 e 12/09/2009 – 19h♫

*Música Ensaboa Mulata - Composição de Cartola e Monsueto Cantada por Clementina de Jesus no Zicartola-1979 -ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO - Fonte http://www.youtube.com/*

video


Clementina de Jesus é homenageada no Centro de Referência da Música Carioca Publicada em 03/09/2009 no http://www.tijuca-rj.com.br. A Secretaria Municipal de Cultura apresenta as cantoras Ilessi e Beatriz Faria no Centro Municipal de Referência da Música Carioca, nos dias 11 e 12 de setembro, às 19h. No show *Tempo de Glória – Homenagem à Clementina de Jesus elas vão fazer um apanhado da carreira da “Rainha Quelé” e cantar sucessos como *Marinheiro só*, *Na linha do mar* e *Olhos de Azeviche*.

As cantoras vão relembrar sambas de roda, modinhas e jongos de Clementina, que teve seu trabalho reconhecido por suas raízes africanas. Clementina era neta de escravos e começou a cantar profissionalmente aos 63 anos, depois de ter sido descoberta pelo poeta e produtor Hermínio Bello de Carvalho. Seu repertório, na época eram os cânticos religiosos que aprendera com a mãe. Beatriz Faria é filha de Paulinho da Viola, faz coro nos shows do pai e, recentemente, ela participou dos musicais *Divina Elizeth*, sobre a cantora Elizeth Cardoso, e *Sassaricando* , com marchinhas de carnaval. Atualmente está no elenco do projeto *Alô…alô: 100 anos de Carmen Miranda*, um espetáculo itinerante ao lado de Marcos Sacramento, Roberta Sá e Pedro Luís, produzido originalmente pelo Centro Cultural Banco do Brasil.A jovem cantora Ilessi já interpretou várias compositoras negras: no show *Iyabás* – uma homenagem às cantoras brasileiras, como Alaíde Costa, D. Ivone Lara, Elizeth Cardoso e Glória Bomfim.- e *Cartola 100 anos*, com Reizilan, neto do sambista.

*SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA - CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA DA MÚSICA CARIOCA

*Endereço:*Rua Conde de Bonfim, 824 / Tijuca *Telefone:* 3238-3831*

Data:* 11 e 12 de setembro *Horário:* 19h

*Ingresso:* R$10

*Classificação:* Livre *Capacidade: * 200 lugares

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

*Apresentação de Pôster no 12º Congresso Internacional Santa Mônica Fitness et Wellness*

*Por Denise Guerra*
*Apresentação de Pôster no 12º Congresso Internacional Santa Mônica Fitness et Wellness com o Tema: *REDESCOBRINDO BRINQUEDOS CANTADOS NA AFRICANIDADE BRASILEIRA* em 06/09/09*
*Este Trabalho será publicado em breve na Revista Ciência On Line ISSN 1984-7262. Por hora apresento-lhes o Resumo:*
Este artigo propõe-se a pesquisar alguns brinquedos cantados que possivelmente tenham sido originados da matriz africana na cultura brasileira. Pretende analisar os conteúdos da oralidade e da expressividade sobre os brinquedos cantados em questão; bem como, valorizar os elementos da cultura corporal no contexto da afro-brasilidade, como parte da formação da identidade do povo brasileiro. Utilizou-se uma pesquisa exploratória com levantamento bibliográfico e consequente descrição dos fatos encontrados. Teve como suporte teórico as abordagens histórico-culturais à luz de Freyre(2005), Lopes(2004, 2006), do folclore por Cascudo(1988), da educação física por Daolio(1995) e da musicoterapia segundo Costa(1989). Concluiu-se que os brinquedos cantados pesquisados mostram um pouco da história colonial brasileira apontando amálgamas luso-africanos; revelou-se que as letras dos brinquedos cantados aqui apresentados trouxeram visíveis conteúdos sobre o preconceito racial vivido na época; aludiu-se ainda que há nos brinquedos cantados pesquisados algumas ações hostis e outras de alegria e criatividade. Pretende-se contribuir para o reconhecimento da matriz africana na formação do povo brasileiro valorizando sua identidade e estimulando as vivências quanto à diversidade étnico-cultural conforme subscreve a lei 11.645/08.

domingo, 6 de setembro de 2009

Bienal do Livro Chegando, por isso Replay do Livro:*Papai...Mamãe...o que é a ética?* do Profº Cayo Lames*


Este é o Livro "Papai...mamãe... O que é ética?"
Do Professor Ms. Cayo Lames que esta sendo Lançado Este Mês e Estará na Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro Para Autógrafos*:
*Dia 14 de Setembro de 2009*
*De 11:30h às 13:00h na Rua P do Pavilhão Verde.*
Vamos Prestigiar esta Iniciativa Desafiadora Contida na Proposta do livro.
O Professor Ms. Cayo Lames é Presidente da APEF-Rio (Associação dos Profissionais de Educação Física do Rio de Janeiro) e docente da Educação Física no Ensino Superior.

sábado, 5 de setembro de 2009

*AIÚ: A Herança Africana Dos Jogos De Mancala No Brasil* Meu texto Publicado no Site África Em Nós e Revista África e Africanidades*

*Por Denise Guerra*

Em relação aos brinquedos africanos no Brasil é difícil detectá-los pelo desconhecimento dos brinquedos de nossos antepassados africanos anteriores ao século XIX, além de ser complicado perceber cada elemento étnico num determinado brinquedo, pois, segundo Kishimoto (1993) os africanos escravizados misturavam-se ao cotidiano do período colonial brasileiro. Sobre os jogos de Mancala há várias versões para suas origens, mas, a maioria delas citam seu surgimento na África especialmente na Etiópia e no Egito por volta de 2000 a.c. sendo jogado pelos faraós e encerrados em suas tumbas quando estes morriam. Como dizem os Griots peço emprestados suas orelhas e seus olhos para que conheçam a história milenar das Mancalas ou do nosso AIÚ.

Povos distintos do continente africano transmitiram através da tradição oral as brincadeiras e jogos em geral de geração à geração. Algumas brincadeiras e jogos mantiveram-se preservados em sua estrutura inicial, e outros foram sendo modificados pela aculturação (CASCUDO, 1958). A difusão da Mancala no continente africano é mais notada do que em qualquer outro continente. A Mancala tem mais de 200 versões e consequentemente possui nomes diferenciados nos países em que é jogada: AIÚ no Brasil, AYÓ na Nigéria e a versão brasileira teria vindo de lá, OURI em Cabo Verde, AWARI no Suriname, OWARE em Gana, ADI no Daomé, ANDOT no Sudão, KALAH na Argélia, WARI na Gâmbia e no Senegal.

Conforme Macedo (2000) há duas vertentes básicas dos jogos de Mancala, uma asiática mais simples jogada por mulheres e crianças e uma mais complexa africana jogada pelos homens que parece ser mais complicada que o jogo de xadrez. Segundo os Árabes a palavra Mancala significa ‘mover’, e as Mancalas são jogos de semeadura e colheita, notadamente relacionada às atividades de plantio. Diversas lendas e mitos africanos afirmam o valor simbólico do jogo como estas que vou contar agora retirados do site “Jogos Antigos”
*
“Algumas tribos jogam a Mancala tão somente durante o dia, deixando o tabuleiro para fora de casa a noite, para que os deuses também possam jogar e, assim, com sua intervenção, favoreçam as colheitas. Outras tribos não jogam Mancala à noite, pois acreditam que nesta hora, espíritos de outro mundo virão jogar também, levando então a alma dos jogadores embora.”
*
“No Suriname, o Awari, uma das variantes do Mancala, é jogado na véspera de um enterro, para distrair o morto. Depois do enterro, o tabuleiro é jogado fora.”
*
“É jogado indiscriminadamente por homens, mulheres, crianças, ricos e pobres, mas, nunca a dinheiro, já que seria uma de suas regras éticas (não escritas) que a Mancala é jogada para se saber quem é o melhor e não para se obter ganhos financeiros.”
*
“Uma lenda interessante é a do Oware uma das versões de Mancala de Gana. O nome significa "ele casa". A lenda diz que um casal de jovens iniciou uma partida do jogo e, por estar esta demorando, resolveram casar-se a fim de poder terminar a partida sem interrupções.”
*
O jogo do AIÚ era jogado no Brasil pelos africanos chamados de carregadores do pesado nas horas vagas quando viviam nos portos do Rio de Janeiro e de Salvador (Querino, apud RAMOS, 2007). O AIÚ é um jogo de tabuleiro que varia de um lugar para o outro podendo ter 12, 16, 24, 30 ou mais buracos para as sementes. Geralmente é jogado por dois jogadores que semeiam e colhem as sementes dispostas, mediante uma das inúmeras regras existentes. O tabuleiro mais usado é o de 12 buracos com um oásis ou Mancala (depósito das pedrinhas que se ganha jogando) na face lateral do tabuleiro. O objetivo do jogo é capturar o maior número de pedras. Uma regra bem simples é a seguinte:
*
*O jogo começa em geral com quatro sementinhas em cada buraco. Sua jogada consiste em escolher um buraco, retirar suas pedras e distribuí-las pelos outros buracos, uma por buraco, no sentido anti-horário (em algumas versões do jogo, no sentido horário). Quando você passar por sua Mancala deve deixar uma pedra nela como se fosse um buraco normal, mas, a Mancala do adversário deve ser pulada.
*
*Se a última pedra distribuída cair na sua própria Mancala, você joga de novo. E se ela cair em um dos seus buracos e ele estiver vazio, você leva para sua Mancala não apenas essa pedra, mas todas as pedras que estiverem no buraco adversário exatamente oposto. A propósito, sua Mancala ou Oásis fica do seu lado direito.
*
*Quando os seis buracos de um jogador estão vazios, o adversário coloca todas as pedras que estiverem na sua metade do tabuleiro na Mancala do outro. Somam-se então as pedras e quem tiver mais vence. O jogo acaba quando há poucas sementinhas no tabuleiro ou quando há uma em cada lado, então, contam-se as pedras que cada um ganhou e quem tiver mais é o vencedor.
*
Encontra-se o jogo de Mancala à venda em alguns sites, mas, há uma forma simples e acessível de fazermos o jogo, por exemplo, com estudantes do ensino fundamental. De uma simples caixinha de ovos de papelão, retira-se a tampa cortando-a para colocar na lateral fazendo-se o lugar da Mancala ou Oásis, pode ser colada ou grampeada. Sugere-se a opção de pintar com tinta guache para ficar original e usar pedrinhas, caroços de feijão, de milho, contas, miçangas, sementes de pau-brasil, búzios e etc. para servir de sementes.
*
O site da Wikipédia afirma que recentemente a Mancala foi considerada patrimônio cultural afro-descendente do Brasil, não consegui confirmar o fato, mas, deixo a informação para pesquisas no IPHAN. Atualmente a Mancala tem sido muito praticada nas escolas de Portugal havendo inclusive campeonatos de Ouri, como é conhecido este jogo na terra lusitana. Vários países africanos ainda jogam a Mancala e suas variantes. No Brasil estamos buscando esta prática inclusive por ser mais um instrumento pedagógico de raciocínio lógico, reflexivo e significativo patrimônio da cultura afro-brasileira.
*
Espero que o resgate deste jogo milenar seja mais um passo na busca da nossa história e valorização do conhecimento transmitido pelos nossos antepassados africanos. Finalizando deixo um provérbio Fulani concluindo meu objetivo neste artigo: “Quem conhece o ontem e o hoje Conhecerá o amanhã, porque o fio do tecelão é o futuro, o pano tecido é o presente, o pano tecido e dobrado é o passado.”
*

REFERÊNCIAS
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ªedição. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora Universo, 1988.
________________________. Supertições e Costumes: Pesquisas e Notas de Etnografia Brasileira. Editora Antunes & Cia. Rio de Janeiro, 1958.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
KISHIMOTO, Tizuko. Jogos Infantis: o Jogo, a Criança e a Educação. Petrópolis, RJ: Vozes,1993.
LOPES, Nei. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro Edições, 2004.
MACEDO E OUTROS, Lino de. Aprender com os Jogos e Situação Problema. Rio de Janeiro: Artmed, 2000.
RAMOS, Athur. O Folclore Negro do Brasil. 3ª Edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
SILVA, Elísio Santos. O Ouri: Um jogo Caboverdiano e a sua Prática em Portugal. Lisboa: Associação dos Professores de Matemática, 1984.


*Foto1:http://www.aerobiologicalengeneering.com
*Foto2:http://www.vilaesperança.orgpublic.200905.oficina-de-mancala
*ESTE TEXTO FOI PUBLICADO EM:
*http://www.africaemnos.com.br
*http://www.africaeafricanidades.com
*http://www.africaeafricanidades.com.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

*Replay* O Cine Negro Sankofa Apresenta: "O SOL" (Soleil Ô) - Na UERJ * 16/09/2009* Evento Gratuito!*

"O SOL" (Soleil Ô)120min.
*Um mauritanense encanta-se com a possibilidade de trabalhar em Paris na esperança de obter uma vida melhor. Contudo "la douce et belle France" esconde duras relações de trabalho e racismo. A narrativa do filme se passa na França do final dos anos de 1960 a partir da perspectiva dos africanos imigrantes.

*Dia 16 de setembro de 2009, às 18:45 h.*
*No 9º Andar do Auditório 91 da UERJ.*
*Evento gratuito!*

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

*Chamada para o Especial Afro-Brasileiros: Construindo e Reconstruindo os Rumos da História - Revista África e Africanidades*


Em novembro será publicada a 7ª edição da Revista África e Africanidades, trazendo o especial Afro-Brasileiros: Construindo e Reconstruindo os Rumos da História, no qual homenageará personalidades negras de todo o Brasil, sendo estes anônimos ou famosos, mas que foram responsáveis a nível micro ou macro pela construção e reconstrução de nossa história. O objetivo é fomentar e divulgar a ação de personagens negros na História do nosso país nos mais diversos aspectos políticos, culturais, sociais dentre outros.

A homenagem também se constitui num importante espaço para a divulgação das histórias e atores locais deste vasto território que é o Brasil, com multiplas facetas, histórias, experiências e olhares. A participação de docentes da Educação Básica será extremamente bem-vinda para a ampliação do debate e da troca de experiências pedagógicas.

As contribuições (podendo ser estas em forma de contos, prosa e versos) devem ser encaminhadas até o próximo dia 25 de setembro e o resultado da seleção será divulgado em 20 de outubro. Resenhas e artigos acadêmicos deverão seguir as regras para publicação disponível em nosso site.

Para conhecer a Revista África e Africanidades acesse http://www.africaeafricanidades.com/

Cordialmente,
Nágila Oliveira dos Santos
Diretora / Editora

terça-feira, 1 de setembro de 2009

*1º De Setembro Dia do Profissional de EDUCAÇÃO FÍSICA - PARABÉNS AOS COLEGAS!*


*CONTINUEMOS A NOSSA LUTA PELA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA!*


*SEJAMOS ESTIMULADORES DA VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE CULTURAL, RACIAL E SOCIAL!*


*Foto1: Eu e o professor Sérgio G. Lima no Congresso da UFF em 2008.

*O BLOG HOMENAGEIA O PROFESSOR SÉRGIO GONÇALVES DE LIMA POR SUAS VITÓRIAS NO ESPORTE DE LUTAS MARCIAIS E PELO EMPENHO NO TRABALHO DE AFIRMAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL AFRO-BRASILEIRA JUNTO AOS SEUS ALUNOS! PARABÉNS PROFESSOR!*

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫

♫ESCOLA DE MÚSICA PENTAGRAMA♫ Direção Mapinha * Músico-Professor♫
♫VIOLÃO * CAVAQUINHO * GUITARRA * BAIXO * FLAUTA * SAXOFONE * TROMPETE * TROMBONE * CLARINETE * GAITA * PIANO * TECLADO * CANTO * BATERIA * PERCUSSÃO GERAL♫ RUA IGARATÁ, Nº566 - MARECHAL HERMES - Rio de Janeiro* TEL(S):3456-1510/8133-3559* www.empentagrama.kit.net

*Registrado no Creative Commons*

Licença Creative Commons
Afro-Corporeidade e Africanidades de Denise Guerra dos Santos é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
Based on a work at afrocorporeidade.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://afrocorporeidade.blogspot.com.

*FRUTOS DA DIÁSPORA AFRICANA*

*ACESSE http://www.africaeafricanidades.com.br*

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*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*

*"Capoeira é de Todos e de Deus. Mundo e gentes têm mandinga, Corpo tem Poesia, Capoeira tem Axé"*
*Frase do Livro "Feijoada no Paraíso" Besouro*
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♫SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS♫

  • *CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 6ª edição. Belo Horizonte: Itatiaia, 1988.
  • *COSTA, Clarice Moura. O Despertar para o outro: Musicoterapia. São Paulo: Summus Editorial, 1989.
  • * FREGTMAN, Carlos Daniel. Corpo, Música e Terapia. São Paulo: Editora Cultrix Ltda,1989.
  • *EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
  • * FREYRE, Gilberto. Casa grande e Senzala. 50ª edição. São Paulo: Global Editora, 2005.
  • *HOBSBAWN, Eric J. História Social do Jazz. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
  • *LOPES, Nei. Bantos, Malês e Identidade Negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
  • *_________. Dicionário Escolar Afro-Brasileiro. São Paulo: Selo Negro, 2006.
  • *_________. Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.
  • *_________. O Negro no Rio de Janeiro e sua Tradição Musical: Partido Alto, Calango, Chula e outras Cantorias. Rio de Janeiro: Pallas, 1992.
  • PEREIRA, José Maria Nunes. África um Novo Olhar. Rio de Janeiro: CEAP, 2006.
  • *RAMOS, Arthur. O Folclore Negro do Brasil. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
  • *ROCHA, Rosa M. de Carvalho. Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro: Uma proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano escolar. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2006.
  • *___________. Educação das Relações Étnico-Raciais: Pensando referenciais para a organização da prática pedagógica. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.
  • *ROSA, Sônia. CAPOEIRA(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *__________. JONGO(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *___________. MARACATU(série lembranças africanas). Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
  • *SANTOS, Inaicyra Falcão. Corpo e Ancestralidade: Uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006.
  • *SODRÉ, Muniz. Samba o Dono do Corpo. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
  • TINHORÃO, José Ramos. Música Popular Brasileira de Índios, Negros e Mestiços.RJ: Vozes, 1975.
  • _________ Os sons dos negros no Brasil. São Paulo: Art Editora, 1988.